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Campo Grande tem espetáculo Pelega e Porca Prenha neste fim de semana

Sessão teatral segue os protocolos de biossegurança e ingressos limitados

Nathália Rabelo Publicado em 28/05/2021, às 17h55

Evento será neste fim de semana em Campo Grande
Evento será neste fim de semana em Campo Grande - Foto: Divulgação/Sectur

O Grupo UBU realiza nos dias 29 e 30 de maio, às 19h, no Teatral Grupo de Risco, a Leitura Dramática e a Première do espetáculo “Pelega e Porca Prenha”, episódio “Na Mata do Pequi”. Evento é totalmente grátis.

Os ingressos gratuitos podem ser adquiridos através deste link antecipadamente. A peça vai seguir as normas de biossegurança e tem limite de 20 ingressos por sessão, atendendo as normas e protocolos de proteção contra a Covid-19.

Sobre a peça

A peça conta a aventura fantástica dos irmãos “Pelega” e “Porca Prenha” na mata do Pequi, onde eles se envolvem numa intriga entre a Boca de Sapo, o Curupira e a Pisadeira. Um espetáculo de cultura popular , encenado para toda a família e para as crianças de todas as idades. A peça resgata lendas, mitos, crendices, brincadeiras, ditados, tradições e sobretudo a cultura popular de Mato Grosso do Sul.

Montado originalmente com recursos próprios, sua primeira encenação, em 1999, era uma opereta de cena aberta e horizontal que relia o teatro de títeres e de mamulengos e propunha uma cena limpa, longa e artesanal, completamente fiel as manifestações da cena nova e contemporânea da época e a cultura popular de onde surgiu.

Segundo os organizadores do evento, peça está na sua em sua terceira encenação em 2021, com aspectos e nuances da localidade de onde surgiram os recolhimentos que deram origem e forma ao espetáculo. Baianópolis, uma cidadela próxima de Rochedo, interior de MS, de apelido Pequi é o embrião e fonte inspiradora de todas as montagens, sobretudo da nova encenação que resgata imagem, conceitos, valores e tradição do povo nordestino fundador e morador do lugar. A nova cena, rebuscada e rica em imagens, características e manifestações da cultura popular, composta pelo conjunto de cenários, adereços, objetos, bonecos, figurino, maquiagem, música e iluminação, é quase uma peça de artesanato gigante, encantadora, simples e colorida como a arte ingênua dita naif.

O espetáculo é uma homenagem a Professora Mestra Marlei Sigristi, inspiradora e estimuladora, e exemplo de ativismo frente as questões da manifestação da cultura popular em Mato Grosso do Sul.

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