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Aos que vivem e convivem com HIV/AIDS, Casa Satine convida para encontro

Desde 2017, a Casa Satine tem o intuito de acolher institucionalmente o público LGBTQ+ através de arte, educação e cultura para ajudar a proporcionar a retomada de vida desses cidadãos. Engajada na elucidação dos direitos deste público e quebrando tabus que ainda insistem em existir, a “Casa” abre as portas para uma conversa franca, em […]

Leandro Marques Publicado em 19/01/2021, às 08h56 - Atualizado às 09h06

Casa Satine convida (arte: divulgação)
Casa Satine convida (arte: divulgação) - Casa Satine convida (arte: divulgação)

Desde 2017, a Casa Satine tem o intuito de acolher institucionalmente o público LGBTQ+ através de arte, educação e cultura para ajudar a proporcionar a retomada de vida desses cidadãos. Engajada na elucidação dos direitos deste público e quebrando tabus que ainda insistem em existir, a “Casa” abre as portas para uma conversa franca, em um encontro voltado para quem vive ou convive com esta realidade.

“Se você é LGBTQ+ vivendo ou convivendo com HIV/AIDS, está convidado/a a juntar-se a nós. Esse primeiro encontro será para partilhar um pouco as realidades do atendimento em saúde, bem como sua relação e reação aos estigmas e preconceitos. Nosso objetivo é criar uma rede de apoio e afeto, bem como buscar melhorias junto ao Sistema Único de Saúde – SUS”, ressalta os representantes da Casa Satine, encabeçada por Leonardo Bastos.

Para outras informações, os interessados devem entrar em contato via inbox nas redes sociais da entidade: Facebook e Instagram (basta clicar). O Encontro faz parte do Projeto Saúde LGBT+ em movimento, da Subsecretaria de Políticas Públicas LGBT do Estado em parceria com a SESAU e SES/MS. O encontro acontece no dia 22 de janeiro, às 19h.

“Esse primeiro encontro tem por objetivo a criação de um convívio social entre as pessoas LGBTQIA+ vivendo e convivendo com HIV, uma vez que o vírus por si só tem toda uma estigmatização e essa população encontra-se praticamente abandonada pelo poder público, onde as políticas de saúde para o tratamento do HIV/AIDS vem perdendo cada vez mais recursos e se distanciando das pessoas que realmente precisam de um olhar mais profundo em termos de atenção e afetividade”, afirma Henrique Dias, Membro da Comissão da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil de MS e criador do perfil @advogadopositivo.

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