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Índios Terena representaram ‘braço direito’ da FEB na 2ª Guerra Mundial

Um livro com quase 26 mil nomes de expedicionários brasileiros virou instrumento de auxílio na identificação dos índios Terena que fizeram parte da Segunda Guerra Mundial. Como um borrão na história brasileira, pesquisadores lutam para tirar os “guerreiros do Pantanal” da invisibilidade. O jornalista Geraldo Duarte Ferreira explica que começou a pesquisar sobre os índios […]
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Um livro com quase 26 mil nomes de expedicionários brasileiros virou instrumento de auxílio na identificação dos índios Terena que fizeram parte da Segunda Guerra Mundial. Como um borrão na história brasileira, pesquisadores lutam para tirar os “guerreiros do Pantanal” da invisibilidade.

O jornalista Geraldo Duarte Ferreira explica que começou a pesquisar sobre os índios expedicionários há 20 anos quando escrevia para a Revista Leia. A ausência de números e nomes exatos dos indígenas recrutados é um dos principais empecilhos para a visibilidade daqueles que trabalharam em prol do país.

“São gente da terra. Pessoas que saíram da beira do rio e enfrentaram a guerra embaixo de neve, muitas vezes sem roupa ou calçados adequados.”

Índios Terena representaram 'braço direito' da FEB na 2ª Guerra Mundial

O trauma causado pela cicatriz da guerra na vida desses guerreiros nunca foi recuperado. Geraldo conta que teve a oportunidade de conversar com 4 expedicionários e percebeu que as lembranças assustadoras ainda eram reais no cotidiano dos indígenas.

“Não gostam de falar sobre a guerra, o trauma é muito grande. Precisei ganhar a confiança para que eles se abrissem”, explica Geraldo.

A importância de dar voz aos índios Terena é fundamental, segundo o jornalista, para o reconhecimento dessas pessoas. “Esses homens foram lutar contra o chamado lixo do mal. Só quem conhece a história é quem pode dar valor para a liberdade do mundo.”

O assunto foi tema de palestra, na manhã deste sábado (30), na Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira, em . O evento contou com a presença de Agostinho Gonçalves da Mota, hoje com 94 anos e um dos únicos expedicionários vivos em Mato Grosso do Sul.

 

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