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Enem 2020: participantes poderão responder provas digitais

A próxima edição do Exame Nacional do Ensino Médio, que será aplicado em 2020, terá mais novidades para os participantes. Isto porque o projeto piloto Enem Digital foi anunciado nesta quarta-feira (3), em coletiva de imprensa realizada em Brasília pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira […]
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Foto: Humap | UFMS | Divulgação
Foto: Humap | UFMS | Divulgação

A próxima edição do Exame Nacional do Ensino Médio, que será aplicado em 2020, terá mais novidades para os participantes. Isto porque o projeto piloto Digital foi anunciado nesta quarta-feira (3), em coletiva de imprensa realizada em pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a presença dos respectivos gestores, Alexandre Lopes e Abraham Weintraub.

Em 2020, a aplicação do exame digital será opcional e caberá ao estudante escolher esta modalidade no ato da inscrição. “A ideia é que a gente possa fazer, por via digital, usando computadores, a realização do Enem várias vezes ao ano, por agendamento. No futuro, o estudante vai escolher a cidade e a escola onde fará a prova, o dia e irá marcar onde irá fazer a prova”, destaca Alexandre Lopes.

A previsão é que 50 mil alunos realizem o Enem Digital, em 15 capitais brasileiras. Serão 20 questões objetivas, apresentadas de forma randômica para os participantes, aplicadas nos dias 11 e 18 de outubro de 2020. Já as provas regulares do Exame Nacional do Ensino Médio, em papel, serão aplicadas em 1º e 8 e novembro.

Lopes destaca que o aluno que optar pelo modelo eletrônico não será prejudicado caso haja erros durante o processo. “Se houver algum problema de logística na realização, se o computador der problema ou ele não conseguir fazer a prova por algum motivo, ele será redirecionado para o Enem Reaplicação”, sinaliza. Neste último caso, as provas acontecem em dezembro.

A meta é que o exame seja integralmente digital até 2026, com quatro edições diferentes ao longo do ano, mas haverá a aplicação das provas regulares em papel até o final do período citado. Também será mantido o formato analógico até 2026 para as pessoas que cumprem penas privativas de liberdade (Enem PPL) e também para quem fará a reaplicação.  Já em 2027, a transição estará completa e as avaliações serão feitas integralmente em caráter eletrônico.

Taxa de inscrição e segurança

O presidente do Inep sinaliza que não haverá variação no valor da inscrição entre as provas realizadas em papel e as digitais. E, assim como a aplicação, a identificação do candidato já será realizada de forma eletrônica.

Um outro ponto que pode gerar preocupação entre participantes e aplicadores é questão da segurança. Os gestores sinalizaram que há um termo de cooperação firmado com a Polícia Federal para garantir a lisura do processo. “A preocupação maior era que alguém entrasse no computador e fizesse a prova por outra pessoa. Hoje, achamos que a segurança tecnológica que o Brasil tem nos permite fazer isso [a prova digital]. E só a última etapa da aplicação é analógica”, afirma o ministro da Educação.

Redução de custo

Atualmente, são gastos R$ 500 milhões com uma única aplicação do exame. A adoção do Enem Digital já no ano que vem prevê, além disso, um gasto de R$ R$ 20 milhões em implementação e aplicação. “Com a ampliação da escala e a melhoria da infraestrutura, esse custo vai cair. A expectativa é que é que ele baixe em relação ao que é gasto hoje em papel”, destaca o presidente do Inep.

 

Tunísia Cores – Agência Educa Mais Brasil

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