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Ele não cobra nada e diz preferir as coroas porque as novinhas querem exclusividade

*Ricardo diz que não é garoto de programa. O paulista que não quer ter o nome verdadeiro divulgado conta que gosta de dar prazer às mulheres e por isso há anos sai com desconhecidas para ouvi-las e dar prazer a elas. A novidade nesta história é que ele não cobra nada pelos serviços ofertados. Ele […]

Arquivo Publicado em 08/02/2014, às 16h51

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*Ricardo diz que não é garoto de programa. O paulista que não quer ter o nome verdadeiro divulgado conta que gosta de dar prazer às mulheres e por isso há anos sai com desconhecidas para ouvi-las e dar prazer a elas. A novidade nesta história é que ele não cobra nada pelos serviços ofertados.

Ele conta que não cobra pelo simples fato que não é garoto de programa, faz o que faz porque gosta e quer dar prazer às mulheres. A preferência é pelas maduras, porque, segundo sua experiência, as novinhas costumam dar trabalho e pegar no pé. O que atrapalha a sua privacidade. “Se você sai com uma menina de 18 anos ela quer ter exclusividade. Fica na cola, atrapalha a sua vida”, reclama.

Por isso, na hora de anunciar seus serviços (totalmente gratuitos) em um jornal impresso da cidade foi claro: somente mulheres coroas, velhas e deficientes. Para ele, as mulheres com essas características costumam tratá-lo melhor, com mais carinho que as demais e por isso a preferência. “Elas têm mais respeito pelas pessoas. Muitas, inclusive, são casadas e não têm sexo em casa. Então elas querem sair, sentir prazer e ir embora. É o que dou a elas”, diz aos risos, afirmando dar garantia de satisfação.

Ricardo conta ainda que muitas mulheres o procura apenas para conversar, e revela que tanto aqui em Mato Grosso do Sul, como em São Paulo, a carência das pessoas a mesma. “Muita gente liga para papear, porque não tem com quem se abrir. Não tem carinho em casa. E eu escuto”, diz com ar de psicanalista.

Ele enfatiza que não cobra, mas diz aceitar presentes de quem quer agradar. “Eu não cobro nada. Mas se quiserem me dar alguma coisa, deixo livre”, explica.

Ricardo ainda pontua que tem profissão à parte, e o trabalho ‘extra’ é feito nas horas vagas. Por isso, tudo tem que ser combinado com antecedência. O telefone das mulheres, diz, que assim que recebe a ligação deleta. Porque não quer saber de quem se trata. Inclusive, o nosso diz que iria apagar na mesma hora. Mas antes deixou recado: quem quiser prazer, a gente pode passar o número. Só não é para divulgar na matéria. “Para não ficar muito exposto”, esclarece.

*O nome de Ricardo foi inventado pela reportagem a pedido da fonte.

Jornal Midiamax