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Tempestade Tropical Karen vira depressão na costa do Golfo dos EUA

A tempestade tropical Karen enfraqueceu e foi rebaixada para uma depressão, na costa da Louisiana no sábado, após surgirem temores de que chegaria à força de um furacão e de ter levado à retirada de moradores de algumas áreas costeiras e à interrupção da produção de energia dos EUA no Golfo do México. Os ventos […]

Arquivo Publicado em 06/10/2013, às 13h18

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A tempestade tropical Karen enfraqueceu e foi rebaixada para uma depressão, na costa da Louisiana no sábado, após surgirem temores de que chegaria à força de um furacão e de ter levado à retirada de moradores de algumas áreas costeiras e à interrupção da produção de energia dos EUA no Golfo do México.


Os ventos de Karen caíram para 55 km/h na noite de sábado. Na quinta-feira, a velocidade dos ventos era de 105 km/h e, na sexta-feira, de 80 km/h. Meteorologistas do Centro Nacional de Furacões em Miami disseram que Karen havia perdido seu status como uma tempestade tropical.


“Todos os alertas de tempestade tropical foram descontinuados”, disse o centro em um boletim. “Não há alertas de tempestade tropical costeiras ou vigílias em vigor.”


A tempestade Karen estava prevista inicialmente para se tornar um furacão, e as autoridades emitiram ordens de retirada obrigatórias para áreas mais baixas ao sul de Nova Orleans, na sexta-feira.


Tempestades tropicais contam com ventos de 63 km/h a 118 km/h.


Os governadores de Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida já haviam declarado estado de emergência para acelerar os preparativos para a tempestade, e a Agência Federal de Gestão de Emergência convocou alguns trabalhadores envolvidos na paralisação do governo federal para ajudar.


Quase dois terços da produção de petróleo no Golfo do México foram suspensos nos EUA, enquanto Karen se aproximava da costa da Louisiana no início desta semana, o que levou as empresas de petróleo e gás fecharem plataformas e retirarem os trabalhadores, em preparação para a tempestade.


A produção do Golfo corresponde a cerca de 19 por cento da produção de petróleo dos EUA e 6 por cento da produção de gás natural.

Jornal Midiamax