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Mulher sonha em lesionar a coluna para poder viver em cadeira de rodas

Um mulher sofre de um raro transtorno que a faz querer viver numa cadeira de rodas. Seu desejo é tão forte que ela procurou um médico que de dispôs a transformar seu sonho em realidade, com uma cirurgia que lesione sua coluna vertebral. Chloe Jennings-White, 58 anos, natural de Salt Lake City, em Utah, nos […]

Arquivo Publicado em 18/07/2013, às 18h25

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Um mulher sofre de um raro transtorno que a faz querer viver numa cadeira de rodas. Seu desejo é tão forte que ela procurou um médico que de dispôs a transformar seu sonho em realidade, com uma cirurgia que lesione sua coluna vertebral.


Chloe Jennings-White, 58 anos, natural de Salt Lake City, em Utah, nos EUA, deseja viver como se não tivesse controle sobre suas pernas desde que era criança, e já tentou se ferir várias vezes para realizar o sonho.


Ela conseguiu encontrar um médico disposto a fazer a cirurgia, mas não tem dinheiro para o procedimento, que custaria 16 mil euros (cerca de R$ 46 mil). “É provável que eu nunca possa pagar por isso, mas eu tenho certeza absoluta de que nunca me arrependeria se pudesse”, disse a cientista ao Daily Mail.


Jennings-White sofre de uma condição rara chamada transtorno de identidade de integridade corporal (TIIC). Pessoas com o problema acreditam que seu físico não é compatível com a ideia que têm de si. Alguns especialistas acreditam que o transtorno ocorre por uma alteração no cérebro, enquanto outros julgam se tratar mais de um transtorno psicológico.


Ela diz que se sente diferente desde os 4 anos, quando foi visitar uma tia que estava com as pernas engessadas por causa de um acidente de bicicleta. Por muito tempo, ela usou uma cadeira de rodas escondida dos outros. Chloe também tem o costume de esquiar em alta velocidade com a esperança de cair e sofrer um ferimento grave nas pernas. Isso, segundo ela, ajuda a aliviar a ansiedade provocada pelo transtorno.


Jennings-White ficou contente ao descobrir que existem várias pessoas com a mesma condição, em 2008. Ela participou de uma pesquisa realizada pelo psiquiatra Michael First, de Nova York, e, a partir de então, passou a usar a cadeira de rodas publicamente. Mas, de vez em quando, ela ainda se levanta para subir escadas ou realizar alguma tarefa doméstica.

Jornal Midiamax