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Obama declara área atingida por Sandy como zona de catástrofe

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta terça-feira (30) como zona de catástrofe as áreas de Nova York e Nova Jersey atingidas pelos fortes ventos e a ressaca do ciclone Sandy. A declaração, divulgada pela Casa Branca, coloca à disposição dos governos e comunidades locais os fundos, equipes e funcionários do governo federal […]

Arquivo Publicado em 30/10/2012, às 11h42

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta terça-feira (30) como zona de catástrofe as áreas de Nova York e Nova Jersey atingidas pelos fortes ventos e a ressaca do ciclone Sandy.

A declaração, divulgada pela Casa Branca, coloca à disposição dos governos e comunidades locais os fundos, equipes e funcionários do governo federal necessários para enfrentar as consequências do desastre e socorrer os afetados pela tempestade, que matou 15 pessoas nos EUA até agora.

As mortes mais recentes aconteceram em Long Island, em Nova York, na madrugada desta terça-feira (30), elevando para sete o número de casos na cidade. Duas mortes foram registradas na Pensilvânia, uma delas de um menino de 8 anos, informou a CNN. Três pessoas morreram em Nova Jersey em decorrência da queda de árvores.

Segundo a agência AFP, em Maryland, uma mulher bateu com o carro em uma árvore e faleceu. E na Virgínia Ocidental, outra mulher colidiu com um caminhão em meio a uma tempestade, informou a polícia. A tempestade Sandy matou pelo menos 67 pessoas em sua passagem pelo Caribe, 51 delas no Haiti. Uma mulher morreu no Canadá por causa da tempestade.

Pouco antes de chegar ao território norte-americano, o Centro Nacional de Furacões dos EUA rebaixou a classificação do fenômeno de “furacão” para “ciclone pós-tropical” –o que significa que não é mais impulsionado por temperaturas quentes, mas seus ventos ainda têm a força dos de um furacão.

Devastador

O presidente da Autoridade Metropolitana de Transporte, Joseph Lhota, afirmou nesta terça que o transporte público de Nova York “nunca enfrentou um desastre tão devastador” em seus 108 anos de existência.

A tempestade causou graves danos à infraestrutura do metrô, dos trens, dos ônibus e dos túneis da região. A água das inundações entrou em sete túneis do metrô nova-iorquino.

Por causa da falta de energia, cerca de 200 pacientes do Langone Medical Hospital, da Universidade de Nova York, tiveram de ser removidos às pressas na madrugada desta terça.

Além disso, um guindaste ameaça cair de um arranha-céu em construção na ilha de Manhattan. O projeto promete ser um dos prédios residenciais mais altos de Nova York.

Jornal Midiamax