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Começa fiscalização de descarte correto do lixo hospitalar de empresários

Qualificados como ‘acomodados’ pelo prefeito da Capital, Nelson Trad Filho (PMDB), os empresários de hospitais e clínicas particulares da Capital, serão responsáveis a partir de agora pelo lixo produzido. Eles terão 90 dias para se adequar a destinação, sendo que já começaram a ser fiscalizados, de acordo com o prefeito. “Nós detectamos mais de cem […]

Arquivo Publicado em 21/11/2012, às 16h41

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Qualificados como ‘acomodados’ pelo prefeito da Capital, Nelson Trad Filho (PMDB), os empresários de hospitais e clínicas particulares da Capital, serão responsáveis a partir de agora pelo lixo produzido. Eles terão 90 dias para se adequar a destinação, sendo que já começaram a ser fiscalizados, de acordo com o prefeito.


“Nós detectamos mais de cem unidades que produzem lixo e se adequam há muito tempo em Campo Grande. Até gostaríamos de dar um prazo maior, mas os empresários já estavam cientes que acabaria a coleta pelo município. Isso todo ocorre com base na Lei Federal 12.305/2010 e só posso mudar o procedimento por meio de uma guarita judicial”, fala o prefeito Trad.


Acúmulo de lixo


Sobre a denúncia de que alguns locais estariam até acumulando lixo como forma de pressão, Nelsinho garante que ‘as fiscalizações inerentes a esta questão são realizadas em conjunto com o Ministério Público, a Vigilância Sanitária e a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano). “Haverá multa, que varia no valor de R$ 1 a R$ 5 mil”, disse ao Midiamax.


Salário dos catadores


Ao todo, o titular da Semadur, Marcos Cristaldo, comenta que são produzidas 300 toneladas ao dia de lixo, sendo que 60 entidades na Capital estão envolvidas no trabalho de reciclagem. Sobre o salário não haverá diferença e será em média de R$ 1 mil.


“Não houve diferença no orçamento e na usina garanto que terá trabalho para todos os catadores. Eles terão capacitação, gerenciamento da contabilidade e venda certa. São 350 catadores no máximo, sendo que ao menos cem deles usavam o lixão como ‘bico’. Então vamos gerar ainda mais empregos com a grande quantidade de lixo”, fala o secretário.

Jornal Midiamax