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Organizador da ‘paquera’ proibida por juiz em MS diz que cumprirá decisão judicial

Nesta terça-feira (12), o Juiz Dr. Adriano da Rosa Bastos, titular da Comarca de Itaporã, editou portaria proibindo a “Paquera” no Calçadão Frei Paulino na Praça São José de Itaporã. O organizador da Paquera, evento festivo realizado em Itaporã aos domingos, Antonino Rebeque disse que cumprirá a decisão do juiz Adriano da Rosa Bastos, que proibiu […]
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Nesta terça-feira (12), o Juiz Dr. Adriano da Rosa Bastos, titular da Comarca de , editou portaria proibindo a “Paquera” no Calçadão Frei Paulino na Praça São José de Itaporã.

O organizador da Paquera, evento festivo realizado em Itaporã aos domingos, Antonino Rebeque disse que cumprirá a decisão do juiz Adriano da Rosa Bastos, que proibiu a “aglomeração de pessoas” na Praça Central do Município.

A Paquera

O evento começa logo após a missa na Igreja Católica que fica em frente da Praça. Enquanto os fiéis deixam a igreja, o som começa a tocar músicas religiosas e mais lentas. Terminada a saída dos católicos, o som aumenta de volume e começa a festa.

Jovens escrevem mensagens em papéis e pedem para que o locutor, muitas vezes o próprio Rebeque, leia no palco. Entram pedidos de namoro, flertes e pedidos de músicas. Às 23h o som acaba. Algumas pessoas ficam na praça e, a partir daí, Rebeque e sua equipe garantem que saem de cena.

Acusações

Sobre a venda e o consumo de drogas no local, Rebeque explicou que seria papel da polícia fiscalizar. “A Polícia não passa por ali no horário da Paquera”, explica.

Sobre o fornecimento e consumo de bebidas por menores, o organizador diz que é papel do conselho Tutelar fiscalizar o assunto. Quanto aos homicídios, ele diz que realmente duas pessoas já morreram na Praça, porém, os dois em horário após o final do evento.

“Esse último agora ocorreu às 23h35, ou seja, já tinha terminado a Paquera. Nesse caso também, o que aconteceu entre aqueles dois poderia ter acontecido em qualquer lugar, eles eram inimigos há tempos. Talvez se tivesse policiamento depois da festa… Lembro de duas vezes que a polícia passou lá e fez uma revista geral”, afirmou.

Rebeque revelou também que a prefeitura paga oito seguranças particulares para cuidar que não haja confusão e que ainda fornece uma ambulância para o caso de alguém passar mal enquanto se diverte.

Sobre o sexo explicito, mencionado na fala do juiz Adriano, ele riu. “Vão fazer onde? Com aquele tanto de gente ali? Sem cabimento”, sorriu. Rebeque diz que tem uma autorização judicial de 1998 para utilizar a Praça, informou que já se reuniu com o prefeito da cidade, Marcos Antônio Pacco, para que alguma medida seja tomada e a Paquera retorne.

“Decisão judicial é para ser cumprida, mas, reuniremos os documentos suficientes para tentar convencer o juiz que ele não precisa proibir, basta fazer os órgãos como a Polícia funcionarem”, explicou.

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