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Embrapa emite alerta sobre enchente em regiões do Pantanal

O Setor de produção animal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do Pantanal está emitindo um alerta aos fazendeiros da região pantaneira de Corumbá, sobre a uma provável enchente no município. Segundo eles, as cheias dos rios do Estado, devido ao ciclo de chuvas recentes, deve desaguar no rio Paraguai, causando prejuízos aos proprietários […]
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O Setor de produção animal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do Pantanal está emitindo um alerta aos fazendeiros da região pantaneira de , sobre a uma provável enchente no município.

Segundo eles, as cheias dos rios do Estado, devido ao ciclo de chuvas recentes, deve desaguar no rio Paraguai, causando prejuízos aos proprietários rurais. Para evitar tais estragos, é necessário que os fazendeiros já se programem fazendo o remanejamento do gado para as partes altas.

O rio está enchendo muito rápido, e o Sindicato Rural de Corumbá explica que o pantanal está em alerta devido o transbordamento dos rios Taquari e . Algumas fazendas estão ilhadas com a interrupção de estradas e alagamentos de portos e de pistas de pouso de pequenas aeronaves.

A situação é crítica nas subregiões da Nhecolândia e do Paiaguás, influenciadas pelo comportamento do rio Taquari, onde as propriedades já não conseguem retirar o gado para as partes altas, não inundáveis.

O escoamento do gado para fazendas ou frigoríficos no Planalto já está prejudicado nos portos Rolon (Taquari) e no Alegre (São Lourenço). Os fazendeiros também não estão conseguindo passar as boiadas na ponte sobre o Rio Taquari, na Fazenda Mercedes, entre Corumbá e Coxim, porque a seu entorno está completamente inundado.

“Temos mais de 1.800 propriedades na planície, que ocupa 95% do território de Corumbá, onde empregamos mais de cinco mil pessoas. Junto com a perda econômica haverá prejuízos sociais com certeza”, destaca o sindicato rural. Área urbana

No município de Corumbá, as chuvas causaram muitos estragos nas estradas rurais e três assentamentos estão isolados, devido as estradas danificadas que impossibilitam a passagem até mesmo de máquinas, segundo a prefeitura.

Em alguns bairros onde há deficiência de drenagem e de pavimentação, a situação é mais crítica. Várias casas foram alagadas e duas famílias terão que ser removidas, por estarem em locais de risco.

A Prefeitura informou que está fazendo canais de drenagem nos bairros mais atingidos para facilitar o escoamento das águas. Além disso, irá disponibilizar abrigo para as famílias atingidas.

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