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Coronel da PM ficou sob a mira de revólveres durante sequestro

O coronel aposentado da Polícia Militar e ex-comandante geral da corporação entre os anos de 2000 e 2001, Roberto Francisco de Souza, compareceu na manhã deste sábado (19) à Delegacia de Pronto-Atendimento Comunitário (Depac) para prestar esclarecimentos sobre o sequestro sofrido por ele e outras duas pessoas na noite de ontem (18) em Campo Grande. […]

Arquivo Publicado em 19/03/2011, às 12h23

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O coronel aposentado da Polícia Militar e ex-comandante geral da corporação entre os anos de 2000 e 2001, Roberto Francisco de Souza, compareceu na manhã deste sábado (19) à Delegacia de Pronto-Atendimento Comunitário (Depac) para prestar esclarecimentos sobre o sequestro sofrido por ele e outras duas pessoas na noite de ontem (18) em Campo Grande. Ele disse que não foi agredido mas esteve sob a mira de revólveres durante a ação dos bandidos.


Roberto relatou que já tinha percebido um automóvel vermelho rondando o restaurante onde estava em companhia de amigos no bairro Coronel Antonino, na noite passada. Ao sair do local, o coronel PM e mais duas pessoas foram rendidas por três homens armados que o levaram na própria caminhonete até uma mata próxima à rodovia que liga Campo Grande a Rochedo. As vítimas ficaram a cerca de 100 metros da pista, mas não foram amarradas.


Os bandidos ordenaram que as vítimas não olhassem para eles e permanecessem sempre de costas ou agachados. Prometiam também que, se colaborassem, seriam soltos. Roberto disse que se identificou aos sequestradores como coronel da Polícia Militar, mas eles não esboçaram reação.


Durante o tempo em que permaneceram na mata, o coronel disse que procurou tranquilizar os amigos e que iria acionar o seguro da caminhonete. “O mais importante naquela hora era garantir a vida de todos”, disse.

Jornal Midiamax