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Com tarja de luto por morte de colega, taxistas planejam protesto para a próxima segunda

Taxistas colocaram uma fita preta nos veículos que trabalham para sinalizar o luto e indignação. Outros manifestos pedindo segurança para a categoria vão acontecer a partir de segunda.
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Taxistas colocaram uma fita preta nos veículos que trabalham para sinalizar o luto e indignação. Outros manifestos pedindo segurança para a categoria vão acontecer a partir de segunda.

Ao menos 70 veículos utilizados para o serviço de táxi em acompanham o cortejo fúnebre do taxista Daniel Manoel Dudu, 50 anos, que morreu depois de ser atingido por dois tiros disparados por um passageiro que contratou seus serviços após um show e não tinha dinheiro para pagar a corrida.

Os taxistas que atuam no mesmo ponto que Daniel trabalhava, nas proximidades Cândido Mariano, e de outras localidades de Campo Grande, decidiram por pouco mais de uma hora prestar homenagens ao ex-colega e “dispensar” corridas na tarde deste sábado. O clima entre os profissionais, amigos e familiares é de impotência perante o crime, já que o máximo que podem fazer, ao menos por enquanto, é o manifesto por segurança, em especial no período noturno.

João Carlos, presidente do Sindicato dos Taxistas Auxiliares de Campo Grande reforça que na próxima segunda-feira, provavelmente no período matutino, os profissionais pretendem fazer um novo protesto, mas desta vez com o objetivo de chamar ainda mais a atenção das autoridades responsáveis pela segurança pública. Ainda não foi definido o local de concentração, trajeto e horário preciso.

O Crime

Daniel Dudu morreu na Santa Casa de Campo Grande, na manhã deste sábado, 26. Ele foi contratado por uma adolescente de 17 anos e o namorado dela, identificado como Wesley Oliveira do Santos, de 18 anos, para fazer uma corrida entre o estádio Morenão e o bairro Campo Novo, região norte da Capital. Ao chegar ao destino o casal disse que não tinha os R$ 60 para pagar pelos serviços, conforme depoimento da adolescente depois que foi apreendida no mesmo dia.

Segundo relato da menor, o taxista e seu namorado discutiram e foi neste momento que foram feitos os disparos. Ela foi apreendida em sua residência e apresentava sinais de embriaguez.

O casal fugiu e o taxista ficou agonizando no chão próximo ao táxi que dirigia até ser encontrado e encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande, onde morreu poucas horas depois.

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