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Jogadores de PSG e Basaksehir deixam o campo alegando ato racista da arbitragem

Os jogadores de Paris Saint-Germain e Istanbul Basaksehir, da Turquia, deixaram o campo nesta terça-feira ainda no primeiro tempo da partida entre os clubes, no Parque dos Príncipes, como represália a um suposto ato racista durante jogo da Liga dos Campeões. Os dois times se revoltaram depois de um membro da arbitragem se dirigir a […]

Agência Estado Publicado em 08/12/2020, às 17h13

Foto: GE.com
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Os jogadores de Paris Saint-Germain e Istanbul Basaksehir, da Turquia, deixaram o campo nesta terça-feira ainda no primeiro tempo da partida entre os clubes, no Parque dos Príncipes, como represália a um suposto ato racista durante jogo da Liga dos Campeões. Os dois times se revoltaram depois de um membro da arbitragem se dirigir a um profissional da equipe turca de maneira preconceituosa. Os 22 jogadores decidiram, em conjunto, deixar o campo como protesto. A Uefa definiu que a partida está suspensa.

Aos 14 minutos do primeiro tempo, o quarto árbitro, o romeno Sebastian Coltescu, ofendeu o camaronês Pierre Webó, que é ex-atacante e atua como assistente técnico da equipe turca. Revoltado com o episódio, Webó reclamou do tratamento e foi expulso. Prontamente, os jogadores do Istanbul Basaksehir se mobilizaram contra a postura de Coltescu e tiveram a companhia dos atletas do PSG.

O protesto teve a presença de jogadores reservas e de comissões técnicas das duas equipes. A partida estava empatada em 0 a 0 antes da ofensa proferida pela arbitragem contra o camaronês. Entre os participantes do jogo, estavam o zagueiro Marquinhos e o atacante Neymar pelo PSG. Na equipe turca, o lateral-direito brasileiro Rafael também estava em campo.

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