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Às vésperas de jogo, Dunga diz que está “sem dormir direito”

Depois de perder para o Chile, Brasil recebe Venezuela

Midiamax Publicado em 13/10/2015, às 02h44

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Depois de perder para o Chile, Brasil recebe Venezuela

Ciente da necessidade de corresponder à cobrança por bons resultados em jogos oficiais com a Seleção Brasileira, o técnico Dunga diz que até o sono dele e da comissão está sendo afetado às vésperas do confronto contra a Venezuela, nesta terça-feira (13), pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

– Temos certeza que fazendo um bom jogo, vencendo, o torcedor vai vir para o nosso lado. Assim como nós queremos um carinho, o torcedor também quer um carinho, quer ter um pouquinho de alegria. A gente tem plena consciência disso. Eu, minha comissão técnica, a gente não dorme muito bem não. A gente tenta buscar algo. E a gente tem certeza que sempre foi assim. O Brasil está precisando que o futebol dê uma alegria pro torcedor. Nós também precisamos sorrir um pouco – declarou o técnico.

A entrevista coletiva desta segunda-feira (12), última antes da partida contra a Venezuela foi um misto de mensagens otimistas e pressão por resultados positivos. Na estreia em casa pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, a Seleção Brasileira vai ter que deixar para trás a derrota contra o Chile e focar em um resultado diferente. Antigo saco de pancada na América do Sul, a Venezuela é hoje vista pelo treinador como uma seleção para se ter cuidados.

– Placar elástico vai acontecer em dez, quinze, vinte anos. A gente tem que respeitar a equipe adversária, confiar no nosso trabalho, mas principalmente fazermos o nosso trabalho da melhor maneira possível.

Para tentar surpreender o adversário, Dunga tem testado várias formações diferentes no ataque. Lucas Lima, Lucas Moura e até mesmo Ricardo Oliveira têm sido observados nos treinamentos. O técnico pretende superar as críticas de que as boas atuações têm sido reservadas apenas para os amistosos e deixar um bom cartão de visita – ou um bom motivo para sorrir – em Fortaleza.

– Nos amistosos, quando a gente tem ido ao ataque tem conseguido definir o jogo. No único jogo até aqui nas Eliminatórias, nós criamos, mas não conseguimos ser eficientes na hora da definição. A gente tenta simular aquilo que vai acontecer no jogo, para que o jogador tenha maior segurança. Como nós temos jogadores de criatividade, temos que ter essa confiança de tentar jogadas, tentar o drible, que é uma das armas que o Brasil tem.

Jornal Midiamax