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Economia

Conab prevê crescimento de 37,5% na produção de grãos para a safra 2024/25 em MS

Estimativa é que a produção total alcance 27,4 milhões de toneladas, representando um crescimento de 37,5% em comparação às 19,97 milhões de toneladas colhidas na safra anterior
Osvaldo Sato -
Produção de milho deve aumentar 48%, passando de 8,08 milhões para 11,95 milhões de toneladas (Foto: Wenderson Araujo/Trilux)

O Mato Grosso do Sul deve registrar um salto significativo na produção de grãos na safra 2024/25. Segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa é que a produção total alcance 27,4 milhões de toneladas, representando um crescimento de 37,5% em comparação às 19,97 milhões de toneladas colhidas na safra anterior. Esse aumento será impulsionado tanto pela ampliação da área plantada quanto pelos avanços em produtividade, especialmente nas culturas de soja e , que seguem como os carros-chefe do agronegócio no estado.

A soja, principal sul-mato-grossense, deve crescer 6,2% na área cultivada, alcançando 4,25 milhões de hectares. A produtividade também deve melhorar, saltando de 2.825 kg/ha para 3.471 kg/ha, o que resultará em um aumento de 30,5% na produção, chegando a 14,76 milhões de toneladas. A combinação de clima favorável e maior eficiência nas práticas agrícolas sustenta esse crescimento e mantém a soja como a cultura mais importante para a economia do estado.

Outro destaque é o milho, cuja produção total deve aumentar 48%, passando de 8,08 milhões para 11,95 milhões de toneladas. O incremento é atribuído principalmente à segunda safra, que registrará alta de 49% na produção, com a produtividade subindo de 3.746 kg/ha para 5.455 kg/ha. Em contrapartida, a primeira safra de milho terá uma queda de 16,7% na área plantada e de 10,7% na produção, refletindo a migração de esforços para a safrinha, mais vantajosa economicamente.

O também apresenta resultados variados. A segunda safra deve se destacar com um aumento de 84,2% na produção, enquanto a terceira safra sofrerá uma forte retração, com queda de 79% tanto na área quanto na produção. Essa redução reflete um possível ajuste estratégico para priorizar culturas de maior retorno econômico, especialmente em áreas onde as condições para o feijão são menos favoráveis.

O algodão, por sua vez, registrará um crescimento de 14,7% na área plantada e de 14% na produção de pluma, embora com uma leve redução na produtividade. Já o girassol dobrará sua produção, alcançando 0,4 mil toneladas, impulsionado por um expressivo aumento de 121,7% na produtividade, mesmo com a manutenção da área plantada.

No total, a área cultivada no Mato Grosso do Sul deverá crescer 5%, atingindo 6,7 milhões de hectares. Além das culturas tradicionais, o estado apresenta sinais de diversificação com a recuperação do algodão e o avanço do girassol. Em contrapartida, o trigo e a aveia, principais culturas de inverno, manterão tanto a área quanto a produção estáveis, reforçando seu papel na rotação de culturas e na ocupação de áreas durante o período seco.

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