Pular para o conteúdo
Economia

Alckmin diz que nova âncora fiscal será apresentada nos próximos dias

Ele afirmou que Lula vai anunciar nova ancoragem "no momento certo"
Agência Brasil -
Vice-presidente, Geraldo Alckmin. (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, e Serviços, Geraldo Alckmin, informou que o governo federal deve encaminhar ao Congresso Nacional, nos próximos dias, o projeto de ancoragem fiscal, exigido pela Emenda Constitucional de Transição. Ele participou nesta segunda-feira (20) de evento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“O presidente ainda não deu a palavra final”, afirmou o vice-presidente. “O governo inteiro tem discutido de maneira muito harmônica, dentro do princípio de ter uma ancoragem fiscal que controle o crescimento da dívida e, de outro lado, que permita investimento necessário ao crescimento. No momento certo, o presidente vai anunciar a nova ancoragem fiscal.”

A Emenda Constitucional da Transição, que liberou do teto de gastos R$ 145 bilhões do e até R$ 23 bilhões em investimentos, caso haja excesso de arrecadação, estabeleceu a obrigação de o governo enviar um projeto de lei complementar que substitua o teto de gastos até agosto.

“[A proposta de ancoragem fiscal] vai, numa medida inteligente, combinando curva da dívida [de um lado], de outro lado superávit, de outro lado controle do gasto. É uma medida inteligente que vai trazer bastante segurança na questão fiscal.”

Alckmin disse que é preciso reduzir a taxa básica de juros (Selic), já que isso também causa impactos fiscais no governo.

“O Brasil não tem uma inflação de demanda, pelo contrário, nós precisamos é estimular a economia. O mundo inteiro passa por um momento mais difícil. Hoje, grande parte dos países do mundo tem juros negativos. [A taxa estando a] 8% acima da inflação, isso acaba dificultando consumo, atrasa investimento e onera o fiscal. Nada pior para o fiscal do que isso, porque metade da dívida [do governo] é Selic. Então, acreditamos no bom senso e que vamos ter redução da taxa de juros”, afirmou, acrescentando que cada 1% da taxa Selic gera R$ 25 bilhões de custos para o governo, por ano.

Alckmin destacou ainda que o governo está buscando viabilizar a reforma tributária, que trará, entre suas propostas, unir cinco tributos em consumo em um imposto sobre valor agregado. “Ela simplifica, reduz custo Brasil, ajuda a indústria e ajuda a exportação”, disse.

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais

Focos de incêndio são registrados na Estrada Parque em Aquidauana

policia filho

Preso suspeito de matar filho de policial no Nova Lima; ‘Rato’ segue foragido

Aos 70 anos, Ademilson conquista 1º no lugar no pódio da Volta UFMS

Promotor quer multa de R$ 519 mil contra Pernambucanas por cobrança indevida em fatura de clientes

Notícias mais lidas agora

Promotor aponta falha em laudo que livrou JBS por poluir córrego turístico e pede nova perícia

policia filho

Preso suspeito de matar filho de policial no Nova Lima; ‘Rato’ segue foragido

carlo acutis milagre em campo grande

Com pedaço do coração em Campo Grande, beato Carlo Acutis será canonizado esta semana no Vaticano

Comissão de Ética rejeita recurso de ministro de Bolsonaro punido por ‘gabinete paralelo’

Últimas Notícias

Cotidiano

Prefeitura de Campo Grande intensifica monitoramento de acessos após sites fora do ar

Administração nega ataque hacker e garante que dados não foram comprometidos

Trânsito

Motociclista colide em bezerro e morre na MS-473, em Taqurussu

Rapaz tirou a CNH em fevereiro deste ano

Famosos

Influenciadora Mapoua choca ao anunciar morte do marido com foto de acidente: ‘Saudade’

Marido de Samara Mapoua, Pedro Henrique sofreu um grave acidente de carro e não resistiu aos ferimentos

Política

Após adiar votação, vetos à LDO são analisados na sessão da Câmara de Campo Grande

Vetos seriam analisados na última quinta-feira, mas presidente da Casa de Leis resolveu adiar a apreciação