Agora os campo-grandenses podem acompanhar em tempo real a média de espera e ocupação de leitos das unidades de saúde da Capital. A Prefeitura lançou nesta sexta-feira (29) um painel on-line com informações das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e dos CRSs (Centros Regionais de Saúde).
Além disso, os pacientes também terão acesso à escala de profissionais de plantão e disponibilidade de equipamentos de raio-X. Segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), o novo SiGS (Sistema de Gestão de Saúde) garante mais transparência nos atendimentos da rede de urgência e emergência.
“O paciente saberá quanto tempo, em média, vai aguardar para ser atendido e quantos são os profissionais de plantão naquela unidade. Isso traz mais confiança e aproxima a população do serviço”, destaca a secretária municipal de Saúde, Rosana Leite.
A novidade também facilita a gestão da saúde municipal, porque possibilita que os gestores tenham dados atualizados para planejar e melhorar a qualidade do atendimento, conforme a Sesau. A ideia é facilitar a tomada de decisões, para permitir o atendimento de demandas em unidades com fluxo mais intenso.
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Como funciona?
De acordo com a Sesau, os tempos de espera serão analisados com base na produção individual de atendimentos realizada pelos profissionais médicos e na demanda diária registrada no sistema de prontuário eletrônico e-SUS PEC (Prontuário Eletrônico do Cidadão).
O e‑SUS PEC é o sistema de prontuário clínico da atenção primária à saúde, usado pelos profissionais de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde) para registrar eletronicamente atendimentos, histórico clínico, exames, vacinas, medicamentos, entre outros dados dos pacientes.
Esse sistema é uma iniciativa do Ministério da Saúde, criado para informatizar e integrar os atendimentos de saúde primária no SUS. Ele vai subsidiar o planejamento estratégico e a adoção de ações para a redução do tempo de espera nas UPAs e nos CRSs de Campo Grande.
Classificação de risco
A média de tempo de espera é calculada conforme a classificação de risco do paciente, dividida por cores: azul, verde, amarelo e vermelho. A classificação é determinada de acordo com os sintomas relatados na triagem, ou até mesmo o estado em que o paciente chega à unidade.
O usuário com a classificação azul é o que será atendido por ordem de chegada, situação não emergencial. A verde é o paciente que tem prioridade, geralmente idosos, gestantes, pacientes com sintomas mais preocupantes.
Na classificação amarela, ficam os usuários que precisam de atendimento rápido, mas não correm risco de morte. E a vermelha é para os pacientes mais graves.
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(Revisão: Dáfini Lisboa)