A forte chuva, acompanhada de ventania, que causou até tempestades isoladas em Campo Grande, na tarde desta terça-feira (18), atingiu diversos bairros da Capital e, agora, moradores reclamam de terem seus comércios e residências invadidas por água, além de lamaçal e destruição de estruturas.
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Em entrevista do Jornal Midiamax, uma comerciante de 36 anos, que prefere não se identificar e que trabalha na Av. dos Cafezais, precisamente na rua Rita Auxiliadora do Espírito Santo, mostrou que, após a combinação de chuva e vento, seu comércio ficou completamente alagada. “No vídeo que enviei, vocês vão conseguir ver a água dentro do meu comércio. Como fica essa situação? Como vou receber meus clientes? Sempre que chove é a mesma situação e nós já estamos exaustos de ligar em número da prefeitura e ouvir respostas automáticas de cronograma de obras. Enquanto isso, a gente faz o que?”, resumiu.
Jardim Los Angeles
Comumente citado em nossas matérias de chuva, o Jardim Los Angeles voltou a ser criticado após as fortes chuvas e ventanias que atingiram a região durante esta tarde. Na rua Dom Fernandes Sardinha, por exemplo, imagens divulgadas por um leitor que prefere manter a identidade em sigilo, demonstram o completo alagamento da rua. “Ninguém passa aqui. Toda vez que chove, lá fica alagado e a prefeitura não toma providência nenhuma”, desabafou à redação.
Santa Mônica
No Santa Mônica, a situação não haveria de ser diferente. Morador da Comunidade Indígena Novo Dia, que prefere manter a identidade em sigilo, reclamou que nem mesmo os serviços básicos estão sendo feitos na região, graças às chuvas.
“Quando chove e as ruas alagam e ficam cheias de buracos, nem mesmo a coleta de lixo consegue passar. Então, além do transtorno que temos com a chuva, temos que lidar com o cheiro horrível do lixo acumulado. Isso precisa ser revisto imediatamente pelo poder público, é impossível que uma comunidade viva dessa maneira”, resumiu.
Tempestade acompanhada com ventos fortes derrubou árvore na Avenida Ernesto Geisel
Na Avenida Ernersto Geisel, Jeanne Kheles Rodrigues de Oliveira Moreira, de 50 anos, que trabalha como professora, estava indo pra casa quando flagrou a queda de duas árvores.
Por conta da situação, o trânsito ficou caótico no local.
Veja:
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