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Cotidiano

Prefeitura avalia estragos após desabamento em armazém na Rotunda Ferroviária

Equipes estiveram no local após o desabamento durante a chuva deste domingo
Karina Campos -
rotunda
Parte da estrutura galpão desabou durante chuva (Henrique Arakaki, Midiamax)

Representantes da Prefeitura de Campo Grande e a Defesa Civil visitaram o galpão na Rotunda Ferroviária após o desabamento na estrutura antiga durante a forte chuva deste domingo (7). Por se tratar de um patrimônio tombado em três esferas, municipal, estadual e federal, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico) também acionou a Polícia Federal.

Em nota, a Sectur (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) informou que o município e a Defesa Civil estão tomando todas as medidas cabíveis com os órgãos competentes.

“Cumpre esclarecer que recentemente um projeto da Sectur foi aprovado pelo PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal para a elaboração de um projeto arquitetônico para a reforma de todo o complexo da Esplanada Ferroviária, e neste, está incluída a Rotunda”, diz o comunicado.

Sobre a denúncia de furtos de madeira, a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar foram acionadas e estiveram no local, não registrando a ocorrência de furtos, bem como constatando que o incidente não teve vítimas.

Patrimônio ficou destruído (Jorge Hokama)

Desabamento

Por volta das 10h, houve desabamento de uma parte da estrutura galpão, que não suportou o peso e caiu, balançando até a fiação elétrica próxima à feira. Segundo uma comerciante, que preferiu não se identificar, minutos após o incidente, pessoas foram flagradas tentando furtar a madeira do espaço.

“Para executar a obra, algumas liberações são necessárias. O Iphan de Mato Grosso do Sul não aprovou o projeto. Eles alegam que a proposta perderia a visão da rotunda da feira. A meu ver, isso já não acontece devido às árvores que existem no local. Sendo assim, após a negativa, encaminhamos um recurso para o Iphan Nacional e estamos no aguardo”, disse o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Marcelo Miglioli.

O investimento total é de R$ 40 milhões na estrutura de 11.500 metros de área construída que será distribuída em dois andares. O térreo, com 5,5 mil m² de área construída, será reservado para as 58 bancas de hortigranjeiros e o espaço de venda dos demais produtos.

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