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Cotidiano

Em audiência pública, vereadores querem saber como prefeitura vai custear Hospital Municipal

Na prática, a capital de Mato Grosso do Sul não tem nenhum leito próprio hospitalar, visto que os existentes são de hospitais estaduais ou privados, que recebem recursos municipais
Priscilla Peres, Layane Costa -
(Foto: Layane Costa/Jornal Midiamax)

Audiência Pública realizada na Câmara de Vereadores de , nesta sexta-feira (16), debateu sobre a construção do hospital municipal. Orçado em R$ 286 milhões e com previsão de inaugurar em dois anos, os vereadores querem saber como a prefeitura vai arcar com os gastos.

Isso porque a prefeitura de Campo Grande não tem o recurso necessário e nem parcerias que custeiem o investimento alto. O intuito da prefeitura é conseguir um empréstimo no BDS e iniciar os pagamentos só após a conclusão das obras, com parcelas estimadas em R$ 5 milhões/mês.

O vereador Professor André Luis (PRD) destacou, durante a audiência, que o projeto precisa ser analisado melhor. “Eles querem o hospital, mas precisamos analisar melhor as condições. Como, por exemplo, a contratação de uma empresa responsável apenas com construção de hospital”, disse.

O projeto do hospital prevê a construção em área da rua Augusto Antônio Mira, no bairro Chácara Cachoeira, com aproximadamente 15 mil metros quadrados de área construída. Dos R$ 268 milhões, a elaboração do projeto deve custar R$ 10,5 milhões, outros R$ 200 milhões devem ser usados para obras e instalações e R$ 57 para equipamentos e mobiliários.

Demanda por hospital é nítida

Campo Grande tem uma fila permanente de pacientes aguardando leito hospitalar. Esse número é em torno de 100 pessoas, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). Mais que isso, Mato Grosso do Sul tem número de leitos bem menor do que o que estabelece a OMS (Organização Mundial de Saúde) como meta.

Projeção da fachada do Hospital Municipal (Divulgação, PMCG)

Na prática, a capital de Mato Grosso do Sul não tem nenhum leito próprio hospitalar, visto que os existentes são de hospitais estaduais ou privados, que recebem recursos municipais. A estimativa é de déficit de leitos em Campo Grande 3 a 5 leitos/1.000 habitantes.

“Então, essa modalidade que é o BTS, ele permite que a gente comece a pagar a partir da entrega, como se fosse um aluguel […] A empresa faz a obra, coloca, nesse nosso caso, com responsabilidade total deles, não só a construção, mas equipar também, com todos os nossos equipamentos e os facilities”, explica a secretária municipal de Saúde, Rosana Leite.

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