Mato Grosso do Sul completa nesta terça-feira (10) mais um dia tomado pela fumaça de queimadas que vem de vários estados brasileiros e países vizinhos. Sem previsão de trégua, a insalubridade para a saúde vira rotina no Estado.
O monitoramento do Qualiar, da UFMS (Universidade Federal Mato Grosso do Sul), desta manhã indica que o índice de qualidade do ar é ruim. Os dados analisam a partícula poluente atmosférica.

Sem previsão de trégua
Não há previsão de trégua para o fim da fumaça que cobre Mato Grosso do Sul, estados brasileiros e países vizinhos. Pelo contrário, o monitoramento indica maior densidade para os próximos dias.
O meteorologista do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), Vinicius Sperling, explica que não é possível estipular o dia para o fim da cortina de fumaça, pois, mesmo com as mudanças dos ventos, há um corredor de fumaça carregada de outras regiões, por exemplo, da Amazônia, Paraguai e estados vizinhos.
Widinei Alves Fernandes, professor do Instituto de Física e coordenador da Estação de Monitoramento da Qualidade do Ar, do LCA (Laboratório de Ciências Atmosféricas), atualiza para índice de 67 na qualidade do ar, pontuada pelo Qualiar da UFMS.