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Cotidiano

Força-tarefa intensifica reparos em 14 regiões de Campo Grande após temporal

A intensa chuva, somada à ventania ocorrida na tarde de quinta-feira (4), resultou em inúmeros estragos por toda a cidade
Lethycia Anjos -
enxurrada
Ônibus não arriscou passar pela rua (Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Casas inundadas, lama por todos os lados e árvores caídas – a cena testemunhada na manhã desta sexta-feira (5) em era de completa devastação. A intensa chuva, somada à ventania ocorrida na tarde de quinta-feira (4), resultou em inúmeros danos por toda a cidade.

Para remediar os estragos, a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) mobilizou 70 trabalhadores, quatro pás carregadeiras, uma motoniveladora, 12 caminhões e quatro caminhões para transporte de materiais e entulhos.

(Foto: Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Ao todo, foram identificados 14 pontos críticos, incluindo a Avenida Cônsul Assaf Trad, entre o do Cruzeiro e o Alphaville, a Avenida Rachid Neder (trecho entre a Avenida Ernesto Geisel e a Rua Dolor de Andrade) e a Avenida Ernesto Geisel, entre a Rua Ovídio Serra e a Avenida Euler de Azevedo.

Segundo o meteorologista Natálio Abrahão, a tempestade que atingiu Campo Grande entre 13h52 e 14h24 apresentou ventos de 84,5 km/h e acumulou 65,6 mm de chuva. A temperatura caiu quase dez graus, passando de 32,9ºC para 23,5ºC.

Só nas últimas horas, a atendeu a nove chamados para corte de árvore e desobstrução de vias e um atendimento social com entrega de lona.

Casas tomadas por lama e carros submersos

Resgate feito pela PM (Foto: Reprodução)

O temporal desta quinta-feira (4) chegou com força ao bairro Maria Aparecida Pedrossian, em poucos minutos uma erosão se abriu embaixo do muro e invadiu uma casa. Conforme o morador, a água com lama chegou a quase 1 metro de altura e destruiu móveis, eletrodomésticos e itens pessoais da família.

No centro, o córrego Anhanduí não aguentou o volume de chuva e transbordou, deixando a Avenida Ernesto Geisel e Avenida Rachid Neder debaixo d’água. Com a enxurrada, carros ficaram submersos em plena avenida. Também foram registrados estragos no Parque dos Poderes, lá, árvores caíram e as ruas ficaram alagadas.

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Moradores convivem com a lama dentro de casa (Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Na Rua Lino Vilachá, na zona norte da Capital, a cena se repete, a via ficou coberta por lama e pedras que foram arrastadas pela forte chuva que atingiu Campo Grande. A entrada do bairro Nova Lima na divisa com o Columbia virou um lamaçal e fez com que os motoristas dirigissem em zigue-zague para fugir dos obstáculos.

No Serraville, na região do Jardim Noroeste, as ruas sem asfalto se tornaram um lamaçal e moradores ficaram ilhados.

Em caso de problemas ocasionados pela chuva, moradores podem solicitar assistência através do telefone 156, da Plataforma Fala Campo Grande.

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