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Cotidiano

Três meses após confirmação da variante delta no Brasil, MS não tem registro de casos

Dados da SES apontam que variante P1, que surgiu no Amazonas, ainda é predominante
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Variante P1 corresponde a 40% dos casos mapeados em MS.
Variante P1 corresponde a 40% dos casos mapeados em MS.

Nesta semana, o país completa três meses desde o registro do primeiro caso de paciente com a variante Delta. O caso ocorreu no Maranhão, em um paciente indiano de 54 anos. Aos poucos, a nova variante foi se espalhando e já está presente em estados vizinhos, como o Paraná, Goiás e São Paulo. Mesmo assim, ainda não tem casos confirmados da nova cepa. 

Para analisar casos suspeitos da variante de origem indiana, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) tem parceria com a (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) para sequenciamento genômico das amostras de testes positivos de covid. Além disso, o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) ainda envia amostras para o Instituto Adolfo Lutz para monitoramento de novas cepas, controle de qualidade e investigação de possíveis casos de reinfecção.

Todos os dias, o boletim epidemiológico traz informações sobre a situação da pandemia no Estado, inclusive com dados sobre o mapeamento das cepas já identificadas em Mato Grosso do Sul. Até agora, não há casos confirmados da variante delta. Por outro lado, a variante P1, de origem do Amazonas, é predominante em MS. 

Conforme dados divulgados pela SES, entre as amostras mapeadas, 40,1% eram da variante do Amazonas, que é considerada uma variante de preocupação, indicada por pesquisadores como altamente transmissível e com maior potencial de gravidade. Em seguida, a variante  B.1.1.28, uma linhagem brasileira, corresponde a 21,8% dos casos mapeados. A P2, linhagem que surgiu no , representa 17,3% dos casos em MS, enquanto a cepa B.1.1.33 (também brasileira) corresponde a 14,1% dos casos. 

Variante Delta já pode estar presente

Desde o fim de julho, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) tem demonstrado preocupação com a variante Delta, principalmente nas cidades que fazem divisa com outros estados. A nova cepa começa a cercar MS e já está presente nos estados vizinhos, como Goiás, São Paulo e Paraná. 

A secretária adjunta da SES, Crhistinne Maymone, chegou a comentar que a variante Delta já pode estar circulando em Mato Grosso do Sul. “A pandemia continua existindo, não só em Mato Grosso do Sul, como no mundo. Estamos atentos aos movimentos que vêm acontecendo. Uma das preocupações é a variante Delta, vários estados que fazem divisa já apresentam casos. Não temos a comprovação da variante, mas é possível que já esteja entre nós”, reforçou. 

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