Cotidiano

Lojas de roupas de Campo Grande pedem à prefeitura liberação para vendas delivery no ‘fecha tudo’

Os proprietários de lojas de roupa em Campo Grande se mobilizaram para pedir que a Prefeitura Municipal de Campo Grande libere as vendas por delivery durante a semana ‘fecha tudo’ na Capital. Não incluídas nos serviços essenciais, os comércios estão fechados. Conforme informou a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), uma reunião nesta segunda-feira (22) foi […]

Mariane Chianezi Publicado em 23/03/2021, às 16h51 - Atualizado às 16h59

(Foto: Leonardo de França, de arquivo, Midiamax)
(Foto: Leonardo de França, de arquivo, Midiamax) - (Foto: Leonardo de França, de arquivo, Midiamax)

Os proprietários de lojas de roupa em Campo Grande se mobilizaram para pedir que a Prefeitura Municipal de Campo Grande libere as vendas por delivery durante a semana ‘fecha tudo’ na Capital. Não incluídas nos serviços essenciais, os comércios estão fechados.

Conforme informou a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), uma reunião nesta segunda-feira (22) foi feita com o prefeito Marquinhos Trad (PSD) para discutir a possibilidade de liberação. Os lojistas deverão ter posicionamento do pedido nesta quarta-feira (24) durante live do prefeito nas redes sociais.

Pela internet, os comerciantes tem tentado atrair clientes com promoções e oferecendo a reserva de peças, fazendo a venda online e aguardando a autorização do delivery. Vale lembrar que, de acordo com o decreto que antecipou quatro feriados em Campo Grande, o delivery está permitido apenas para serviços essenciais, como para restaurantes, lanchonetes, farmácias, etc.

Semana ‘fecha tudo’ em Campo Grande

A prefeitura de Campo Grande decretou a antecipação de quatro feriados municipais para forçar o fechamento de serviços não essenciais a partir desta segunda-feira (22). Um quinto feriado, Dia da Criação do Estado (11 de outubro), também pode ser adiantado, mas depende de decreto do Governo do Estado.

Segundo o prefeito Marquinhos Trad (PSD), não foi decretado lockdown na cidade porque a avaliação é que diminuindo o horário de circulação das pessoas na cidade com a antecipação dos feriados, haverá diminuição do contágio.

“Não há necessidade de lockdown. Há a necessidade de um prazo para evitarmos esse colapso. Acontece que as pessoas que ocupam os leitos de UTI, muitos deles não vem da Covid, a gente evitando a circulação de pessoas e diminuindo os horários da noite, podemos cuidar de quem está com Covid”, disse o prefeito.

A medida adotada pela prefeitura de fechar tudo que é considerado não essencial durante uma semana é uma alternativa ao lockdown, termo em inglês que prevê mais rigor até no funcionamento de serviços considerados essenciais.

Jornal Midiamax