Cotidiano

Distrito de Bonito, Miranda e Coxim seguem em alerta devido a cheias de rios

Situação é mais crítica em Águas de Miranda e no município de Miranda, após alta nos volumes de água entre 6ª-feira e sábado.

Humberto Marques Publicado em 31/01/2021, às 11h10 - Atualizado às 11h38

Em Bonito, Rio Miranda encobriu vila de pescadores. (Foto: Reprodução)
Em Bonito, Rio Miranda encobriu vila de pescadores. (Foto: Reprodução) - Em Bonito, Rio Miranda encobriu vila de pescadores. (Foto: Reprodução)

Boletim diário elaborado pela Sala de Situação de Mato Grosso do Sul, com dados das 7h deste domingo (31), mostra que, apesar de ainda registrarem chuvas, rios do Estado começaram a baixar nas últimas 24 horas, mas não o suficiente para levantar o estado de atenção ou, mesmo, de emergência em alguns locais.

Conforme os dados de medição nas estações do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), a situação mais preocupante segue na região do distrito de Águas de Miranda, em Bonito, e da cidade de Miranda. No norte do Estado, a Estação de Coxim também aponta cheia na junção dos Rios Taquari e Coxim.

Em Águas de Miranda, onde cheias chegaram a desalojar famílias há algumas semanas, o Rio Miranda chegou a subir 28 centímetros em 24 horas, saindo de 6,55 metros na sexta-feira (29) para 6,93 metros no sábado (30). Neste domingo, houve uma sensível baixa, atingindo 6,86 metros. Na região, houve registro de 0,2 milímetros de chuva.

Já em Miranda o viés é de baixa: de 7,65 metros na sexta, o Rio Miranda recuou para 7,63 sábado e, neste domingo, está em 7,60 metros. A situação ainda é tratada como de emergência, mas não há quantitativos de chuvas somados nas últimas horas anteriores à elaboração do boletim.

Os dados das duas bases ainda indicam situação de emergência. Já em Coxim, a monitoria recomenda alerta após o Taquari subir 10 centímetros entre sexta-feira e sábado, passando de 4,03 metros para 4,13 metros. Neste domingo, a marca era de 4,05 metros.

Nas demais localidades do Estado, a situação é considerada normal, com as réguas cravando 3,99 metros no Rio Piquiri (extremo norte, na divisa com Mato Grosso); 1,38 metro em Ladário; 1,01 metro em Porto Esperança; 2,98 metros em Porto Murtinho; 4,12 metros em Aquidauana e 2,54 metros no distrito de Palmeiras.

Jornal Midiamax