Cotidiano

No 1º dia de aulas presenciais, escolas têm máximo de 50% de adesão e protocolo pode ser ajustado

Casos de contágio devem ser avaliados conforme a situação de cada unidade escolar

Lucas Mamédio e Ranziel Oliveira Publicado em 26/07/2021, às 16h51

Retorno das escolas seguiu como planejado diz Semed
Retorno das escolas seguiu como planejado diz Semed - (Foto: Divulgação/PMCG)

As aulas presencias das escolas municipais de Campo Grande tiveram retorno tímido de alunos nesta segunda-feira (26). Como era esperado, muito pais ainda aguardam alguns dias para mandarem seus filhos para as escolas.

Segundo a secretária-adjunta da Secretária Municipal de Educação, Soraia Campos, que esteve visitando a escola Professor Múcio Teixeira Junior, na Vila Carlota, as escolas que registraram maior retorno, não passaram de 50% de alunos em sala de aula.

“Fazemos avaliação geral maneira bastante positiva. Todas as escolas conseguiram cumprir com os POP's (Plano Operacional Padrão) e cada uma se adequou a sua realidade”.

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 Secretária-adjunta Soraia Campos com diretora da escola Fátima Aparecida (Foto: Ranziel Oliveira)

Sobre a adesão ao retorno presencial, ela acredita que será gradual. “Tivemos algumas escolas com 25%, outras com 30%, outras com 50% dos alunos, mas isso já era esperado. Ao longo dessa semana mesmo já devemos ter um aumento no número”, explica Soraia.

O número é coerente com a quantidade de pais que assinaram a declaração de permissão de retorno presencial, que de acordo com a adjunta, também é de 50%.

Na escola Múcio Teixeira retornaram 10 turmas. A média de alunos em cada turma foi de 15 a 18 alunos. “Foi até melhor do que esperávamos (retorno). Isso se deve ao planejamento de toda nossa equipe em preparar os pais e em informa-los . Foi fundamental para que tudo corresse bem”, explica a diretora Fátima Aparecida.

Em relação a possíveis ajustes no plano de biossegurança que já podem ser feitos conforme a experiência do retorno, Soraia diz que ainda é cedo. “Vamos ter que esperar de 15 a 20 dias e daí podemos ter uma ideia do que funciona e do que precisa ser ajustado”.

A avalição se estende, inclusive, em casos de contágio. “Pode ser que aconteça (contágio), pode ser que não aconteça. Para agirmos da maneira mais correta vai depender do que acontecer em cada unidade escolar”.

Jornal Midiamax