Cotidiano

Vacinação com Coronavac pode começar dia 25 de janeiro em Campo Grande

Desde o início da pandemia, já foram registradas 837 mortes por coronavírus em Campo Grande. Com o avanço da doença, Campo Grande entrou na corrida pela vacina para imunizar a população. A vacinação de idosos e profissionais de saúde pode começar a partir do dia 25 de janeiro na Capital.  O prefeito Marquinhos Trad (PSD) […]

Mylena Rocha Publicado em 10/12/2020, às 11h38 - Atualizado às 16h26

 (Foto: Divulgação/Instituto Butantan)
(Foto: Divulgação/Instituto Butantan) - (Foto: Divulgação/Instituto Butantan)

Desde o início da pandemia, já foram registradas 837 mortes por coronavírus em Campo Grande. Com o avanço da doença, Campo Grande entrou na corrida pela vacina para imunizar a população. A vacinação de idosos e profissionais de saúde pode começar a partir do dia 25 de janeiro na Capital. 

Vacinação com Coronavac pode começar dia 25 de janeiro em Campo Grande
Marquinhos Trad diz que Campo Grande precisa de 180 mil doses. (Foto: Marcos Ermínio)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) esteve em agenda na manhã desta quinta-feira (10) e confirmou que já teve conversa com o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas. O instituto é responsável pela produção da vacina Coronavac, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. 

Marquinhos afirma que se a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) der uma autorização de emergência para o Instituto Butantan começar o fornecimento de vacina para os municípios, Campo Grande pode iniciar a campanha já no final de janeiro. Segundo o prefeito, se a autorização sair, a vacinação começa a partir de 25 de janeiro. 

Trad explica que todas as orientações sobre o armazenamento das vacinas são providenciados pela Anvisa e pelo Butantan, Campo Grande seguirá à risca tudo que for pedido para armazenar as doses.

O prefeito ressalta que a Capital precisa de pelo menos 180 mil doses da vacina contra o coronavírus. Serão 90 mil pessoas vacinadas, já que cada paciente precisa de duas doses para ser considerado imune à Covid-19. Em um primeiro momento, idosos e profissionais de saúde são prioridade em Campo Grande. 

Marquinhos Trad aponta que aqueles que já foram infectados pelo coronavírus não serão vacinados, visto que casos de reinfecção ainda são muito raros. 

Jornal Midiamax