Começou à portas fechadas, na sede do TCE (Tribunal de Contas do Estado de MS), a reunião desta sexta-feira (14) que deve definir os termos do TAG (Termo de Ajuste de Gestão) do Consórcio Guaicurus e a Prefeitura de Campo Grande em relação ao transporte coletivo de Campo Grande.
A medida, proposta pelo TCE, foi a solução encontrada pela Corte de Contas para resolver falhas na prestação do serviço que levaram à suspensão do reajuste da tarifa, em 7 de janeiro – para garantir o aumento, o consórcio recorreu à Justiça.
Conselheiro do TCE-MS e relator do caso, Waldir Neves explicou que o envolvimento da Corte deu-se pelo descumprimento de determinados itens do contrato, firmado pelas empresas do transporte coletivo com a prefeitura da Capital.
“Quando faz um contrato de prestação de serviços se tem obrigações de fazer e detectamos que algumas coisas não estavam sendo cumpridas. Uma delas era a fragilidade dos órgãos de fiscalização como a Agereg. Outro ponto é que as frotas não tinham seguro, controle, foram 18 pontos elencados”, resumiu.
O Jornal Midiamax teve acesso negado à sala onde ocorre a reunião.