Cotidiano

Reunião que definirá termos de TAG do Consórcio Guaicurus começa a portas fechadas

Começou à portas fechadas, na sede do TCE (Tribunal de Contas do Estado de MS), a reunião desta sexta-feira (14) que deve definir os termos do TAG (Termo de Ajuste de Gestão) do Consórcio Guaicurus e a Prefeitura de Campo Grande em relação ao transporte coletivo de Campo Grande. A medida, proposta pelo TCE, foi […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 14/02/2020, às 11h34 - Atualizado em 17/02/2020, às 07h15

Foto: Divulgação | TCE-MS | Arquivo
Foto: Divulgação | TCE-MS | Arquivo - Foto: Divulgação | TCE-MS | Arquivo

Começou à portas fechadas, na sede do TCE (Tribunal de Contas do Estado de MS), a reunião desta sexta-feira (14) que deve definir os termos do TAG (Termo de Ajuste de Gestão) do Consórcio Guaicurus e a Prefeitura de Campo Grande em relação ao transporte coletivo de Campo Grande.

A medida, proposta pelo TCE, foi a solução encontrada pela Corte de Contas para resolver falhas na prestação do serviço que levaram à suspensão do reajuste da tarifa, em 7 de janeiro – para garantir o aumento, o consórcio recorreu à Justiça.

Conselheiro do TCE-MS e relator do caso, Waldir Neves explicou que o envolvimento da Corte deu-se pelo descumprimento de determinados itens do contrato, firmado pelas empresas do transporte coletivo com a prefeitura da Capital.

“Quando faz um contrato de prestação de serviços se tem obrigações de fazer e detectamos que algumas coisas não estavam sendo cumpridas. Uma delas era a fragilidade dos órgãos de fiscalização como a Agereg. Outro ponto é que as frotas não tinham seguro, controle, foram 18 pontos elencados”, resumiu.

O Jornal Midiamax teve acesso negado à sala onde ocorre a reunião.

Jornal Midiamax