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Cotidiano

Mesmo só com 5 profissionais para 11 aldeias, Sesai barra Médicos Sem Fronteiras em MS

Mesmo com o aumento no número de casos e mortes por coronavírus dentro das aldeias, o secretário nacional da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), Robson Santos da Silva, barrou a entrada dos profissionais do programa MSF (Médicos Sem Fronteiras) na Terra Indígena Taunay Ipegue em Aquidauana. A cidade já registrou 36 mortes causadas pela […]
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Mesmo com o aumento no número de casos e mortes por coronavírus dentro das aldeias, o secretário nacional da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), Robson Santos da Silva, barrou a entrada dos profissionais do programa MSF (Médicos Sem Fronteiras) na Terra Indígena Taunay Ipegue em . A cidade já registrou 36 mortes causadas pela Covid-19, sendo que metade dos óbitos são de indígenas das aldeias. São apenas cinco médicos no atendimento, por isso a situação causou revolta nas comunidades e lideranças afirmam que vão permitir a entrada dos profissionais.

Lideranças se manifestaram nas redes sociais contra a medida imposta pelo secretário da Sesai. Afinal, diante do aumento dos casos dentro das comunidades, toda ajuda é bem-vinda. O chefe da Sesai no pólo de Aquidauana, Antônio Mariano, afirma que a entrada dos profissionais do programa Médicos Sem Fronteiras há havia sido acertada com as secretarias estadual e municipal de saúde, além de já terem sido permitidas pelos caciques. 

A decisão do secretário nacional causou surpresa e estranhamento nas comunidades, já que as aldeias estão perdendo vidas com a de coronavírus. Informações da Sesai de Aquidauana apontam que as 11 aldeias da cidade contam com apenas dois médicos da Sesai. O atendimento também conta com a ajuda de três médicos da Secretaria Municipal de Saúde. Ou seja, cinco médicos para todas as comunidades de Aquidauana.

Os profissionais do programa Médico Sem Fronteiras vieram do estado do direto para Aquidauana. Mesmo com a proibição do secretário nacional, os caciques ainda são as autoridades máximas dentro das aldeias indígenas.

Informações divulgadas pela página Respeito Etnia apontam que são dez médicos do programa MSF, que têm experiência global com ações de emergência e em situações extremas, e que já estão em Aquidauana. Profissionais devem ficar por um mês nas comunidades.

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