Cotidiano

Mesmo com venda proibida, testes rápidos de coronavírus são anunciados em aplicativos de MS

Com o aumento do número de casos de coronavírus em Mato Grosso do Sul, não são só as máscaras de proteção que tem sido vendidas online. Um produto inusitado tem sido anunciado em sites e aplicativos de venda: testes rápidos para o coronavírus. É importante ressaltar que a venda de testes é proibida segundo a […]

Mylena Rocha Publicado em 14/07/2020, às 07h45 - Atualizado às 11h34

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Com o aumento do número de casos de coronavírus em Mato Grosso do Sul, não são só as máscaras de proteção que tem sido vendidas online. Um produto inusitado tem sido anunciado em sites e aplicativos de venda: testes rápidos para o coronavírus. É importante ressaltar que a venda de testes é proibida segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Um anúncio feito em um aplicativo de vendas foi encontrado com a oferta de testes rápidos, máscaras, termômetros e protetores faciais em Mato Grosso do Sul. O Jornal Midiamax entrou em contato com o vendedor, que explicou que é de outro estado, mas anunciou para MS porque é possível enviar os testes por meio de transportadora. Segundo ele, a compra chegaria a MS em cerca de 48 horas.

O valor também chama a atenção: “Até mil unidades conseguimos a R$ 80, acima de mil unidades fica a R$ 75 [cada]”, disse o vendedor.

Conforme orientação da Anvisa, os testes não podem ser comprados por qualquer pessoa. Distribuidoras de produtos para saúde apenas podem comercializar os testes para Covid-19 a pessoas jurídicas ou profissionais para o exercício de suas atividades. 

“Assim, por se tratar de produtos para uso profissional, o seu comércio apenas é permitido a pessoas jurídicas cujas atividades são destinadas à prestação de serviços de saúde à população, como laboratórios, hospitais e outros estabelecimentos de saúde, públicos ou privados. Dessa forma, às distribuidoras de produtos para saúde não é permitido comercializar testes para Covid-19 a empresas que não se enquadrem nesta hipótese”.

Jornal Midiamax