Cotidiano

Bombeiros encerram rescaldo e teto do Atacadão é removido para não desabar

Depois de quatro dias de trabalho intenso no combate às chamas e rescaldo do que sobrou no incêndio histórico na estrutura, os Bombeiros encerraram o trabalho no Atacadão da avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. O próximo passo é a retirada do teto do supermercado. Na manhã desta sexta-feira (17), o cenário é de […]

Mylena Rocha Publicado em 18/09/2020, às 09h21 - Atualizado às 14h02

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Incêndio é considerado um dos maiores na Capital. (Foto: Henrique Arakaki)

Depois de quatro dias de trabalho intenso no combate às chamas e rescaldo do que sobrou no incêndio histórico na estrutura, os Bombeiros encerraram o trabalho no Atacadão da avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. O próximo passo é a retirada do teto do supermercado.

Na manhã desta sexta-feira (17), o cenário é de destruição e ainda há fumaça no Atacadão. O tenente-coronel Fernando Carminati explica que o trabalho dos Bombeiros no Atacadão terminou às 20 horas de quinta-feira (17). Os militares realizavam o trabalho de rescaldo, que é a retirada dos objetos que estavam dentro do atacadista. 

Segundo Carminati, ainda sobraram alguns materiais que são considerados de risco dentro do supermercado. Por conta do calor, os materiais só devem ser retirados depois da remoção do teto. 

O Atacadão contratou uma empresa que para fazer a retirada do teto do prédio. Caso a empresa solicite, o Corpo de Bombeiros pode disponibilizar uma viatura para ficar de prontidão durante o trabalho.

Maior incêndio em estrutura da história de MS

O maior incêndio em estrutura da história de Mato Grosso do Sul consumiu  900 mil litros de água e 2 mil litros de LGE (Líquido Gerador de Espuma) – espuma que cria uma barreira e evita explosões, por exemplo.

As chamas altas podiam ser vistas à distância, atingindo o teto do local. Por conta do risco de desabamento e fumaça, vizinhos foram realocados para outras regiões. Nenhum funcionário ou cliente foi ferido durante o incêndio e as causas ainda estão sendo investigadas.

Jornal Midiamax