Cotidiano

Sem comorbidades, adolescente de 15 anos morre com coronavírus em Campo Grande

Mato Grosso do Sul registrou a vítima mais jovem do coronavírus nesta quarta-feira (21). Trata-se de uma adolescente de apenas 15 anos, sem nenhuma comorbidade relatada, que morreu por coronavírus no hospital Unimed de Campo Grande. A SES (Secretaria de Estado de Saúde) investiga se ela teria desenvolvido uma síndrome inflamatória.  O caso foi comunicado […]

Mylena Rocha Publicado em 21/10/2020, às 11h20 - Atualizado às 15h37

 (Foto Ilustrativa: Edemir Rodrigues/Subcom)
(Foto Ilustrativa: Edemir Rodrigues/Subcom) - (Foto Ilustrativa: Edemir Rodrigues/Subcom)

Mato Grosso do Sul registrou a vítima mais jovem do coronavírus nesta quarta-feira (21). Trata-se de uma adolescente de apenas 15 anos, sem nenhuma comorbidade relatada, que morreu por coronavírus no hospital Unimed de Campo Grande. A SES (Secretaria de Estado de Saúde) investiga se ela teria desenvolvido uma síndrome inflamatória. 

O caso foi comunicado durante a live da SES na manhã desta quarta. O secretário Geraldo Resende disse que o caso deve servir de alerta para os jovens, que acreditam que não serão afetados pela Covid-19. “É o nosso primeiro óbito de uma adolescente, 15 anos, é muito triste”, disse.

Resende ainda disse que o caso está sendo investigado. “Vamos fazer a investigação sobre esta jovem que veio a falecer no hospital da Capital. A equipe médica está fazendo um levantamento para ver se ela teve uma síndrome rara chamada Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica”, explicou o secretário. 

O secretário de saúde ressalta que esta síndrome tem atingido jovens que foram contaminados pelo coronavírus. “É uma síndrome que está se apresentando em jovens e crianças em todo o mundo, vamos fazer a investigação através da equipe que a assistiu, para que possamos fazer a comunicação oficial”.

A síndrome apresenta sintomas como dores no estômago e vômitos, seguidos de febre. Em alguns casos, há manchas vermelhas no corpo. A doença coloca à prova a crença de que os mais jovens não podem ter consequências graves após serem contaminados pelo coronavírus.

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