Cotidiano

Mortandade de peixes em córrego da Ernesto Geisel ainda é mistério

Ainda é um mistério a morte dos peixes que foram encontrados nas águas do Rio Anhanduí, em Campo Grande no dia 25 de novembro. A análise das águas ainda está sendo feita pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) e não há um desfecho definitivo por conta da não finalização da análise […]

Vinícius Costa Publicado em 11/12/2019, às 17h27 - Atualizado em 12/12/2019, às 09h20

(Foto: Leonardo de França, Midiamax)
(Foto: Leonardo de França, Midiamax) - (Foto: Leonardo de França, Midiamax)

Ainda é um mistério a morte dos peixes que foram encontrados nas águas do Rio Anhanduí, em Campo Grande no dia 25 de novembro. A análise das águas ainda está sendo feita pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) e não há um desfecho definitivo por conta da não finalização da análise da qualidade da água, que deveria ter acontecido na semana passada.

O indicativo era que até em 10 dias, partindo do dia seguinte ao ocorrido, haveria uma definição. O resultado deve indicar o que ocasionou a morte dos peixes, entretanto, o Jornal Midiamax apurou que ainda não há uma resposta ultrapassando o estipulado.

A cena dos peixes mortos chamou a atenção de moradores e quem passava pela Avenida Ernesto Geisel, na altura do Shopping Norte Sul. A água do Córrego Segredo mudou de cor e ainda não se sabe o que causou a morte dos animais.

Para o biólogo José Milton Longo, “várias atividades podem interferir” e condicionou a morte dos peixes para a falta de oxigenação da água ou até mesmo, alguma substância que teria sido jogado nas águas. A correnteza das águas das recentes chuvas também podem ter sido um fator influenciador, pois carrearam substancias para o trecho.

“Eu acho que alguma coisa aconteceu para alterar drasticamente a qualidade da água. Alguma coisa foi despejada nesse curso de trecho, pode ter vindo das bocas de lobo, por cima, mas que interferiu de alguma forma. A única forma de você justificar a morte dessa magnitude, é a falta de oxigenação da água ou por um excesso de poluente orgânico”.

Jornal Midiamax