Cotidiano

Passeata da Greve Geral aguarda 20 mil pessoas no Centro de Campo Grande

Contra os cortes na educação e a Reforma da Previdência, os grevistas se reúnem na Praça do Rádio, no Centro de Campo Grande, desde as 9 horas nesta sexta-feira (14). Uma passeata deve passar por ruas do centro da cidade a partir das 10h30 e a expectativa dos organizadores é que a mobilização alcance a […]

Mylena Rocha Publicado em 14/06/2019, às 10h30 - Atualizado às 13h16

Foto: Minamar Júnior
Foto: Minamar Júnior - Foto: Minamar Júnior

Contra os cortes na educação e a Reforma da Previdência, os grevistas se reúnem na Praça do Rádio, no Centro de Campo Grande, desde as 9 horas nesta sexta-feira (14). Uma passeata deve passar por ruas do centro da cidade a partir das 10h30 e a expectativa dos organizadores é que a mobilização alcance a 20 mil pessoas.

Passeata da Greve Geral aguarda 20 mil pessoas no Centro de Campo Grande
Presidente da Fetems aguarda grevistas do interior. (Foto: Minamar Junior)

O presidente da Fetems (Federação de Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, aguarda pela chegada das caravanas de grevistas, que vêm do interior do estado, para o início da passeata.

Segundo ele, a expectativa é de reunir 20 mil pessoas no centro da Capital. A passeata deve sair da avenida Afonso Pena e percorrer as ruas Rui Barbosa, Maracaju, 13 de Maio e encerra a caminhada na Praça Ary Coelho. Estimativas não oficiais apontavam público de 5 mil pessoas por volta das 10 horas.

O presidente da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Professores da Educação Pública), Lucílio Nobre, espera reunir 2 mil profissionais da educação na Praça. Segundo ele, a reforma vai prejudicar professores e, principalmente, as mulheres. “Vai acrescentar 10 anos para a professora [se aposentar] e 5 para os professores”, diz.

Passeata da Greve Geral aguarda 20 mil pessoas no Centro de Campo Grande
Manifestantes fizeram cartazes com políticos que são a favor da reforma. (Foto: Minamar Junior)

O representante do CDDH (Centro de Cidadania e Direitos Humanos), Paulo Azevedo, afirma que é preciso sensibilizar a sociedade, pois é um momento difícil. “O Governo precisa olhar para os cidadãos, o que não está acontecendo”.

Jornal Midiamax