Cotidiano

Após ataque a enfermeiro, categoria reclama de insegurança em unidades de saúde

Por nota, o Coren-MS (Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso do Sul) lamentou o atentado sofrido por um enfermeiro de 35 anos, no CAPS Aero rancho (Centro de Atendimento Psicossocial), na tarde de quarta-feira (11). Na ocasião, o enfermeiro foi ferido com uma arma branca por um paciente com transtorno mental. De acordo com […]

Cleber Rabelo Publicado em 12/09/2019, às 18h08 - Atualizado em 13/09/2019, às 09h04

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Por nota, o Coren-MS (Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso do Sul) lamentou o atentado sofrido por um enfermeiro de 35 anos, no CAPS Aero rancho (Centro de Atendimento Psicossocial), na tarde de quarta-feira (11).

Na ocasião, o enfermeiro foi ferido com uma arma branca por um paciente com transtorno mental. De acordo com o presidente do Coren-MS, Dr. Sebastião Junior Henrique Duarte, que visitou a vítima na Santa Casa de Campo Grande, o estado de saúde do enfermeiro é estável, mas o atentado revela uma série de problemas que a categoria enfrenta.

“Somada aos baixos salários e a rotina exaustiva de serviço, muitos profissionais da enfermagem não dispõem de recursos em seus locais de trabalho que tornem o exercício da função mais seguro, tanto para o paciente, quanto para quem está prestando assistência. Tomando o caso do enfermeiro ferido como exemplo, tem-se que a presença de agentes e segurança no local poderia ter intimidado o autor do ataque”, afirmou o presidente do Coren-MS, por nota.

Duarte afirmou ainda, que o conselho possui relatórios de fiscalização de 100% das unidades de saúde vinculadas à Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). “O problema constatado com mais frequência e registrado nos documentos é o número insuficiente de profissionais de enfermagem para atender a demanda de pacientes nas unidades.”

Jornal Midiamax