Cotidiano

Falta de medicação impede quimioterapia no HR e deixa família aflita na Capital

Paciente foi diagnosticado com linfoma

Wendy Tonhati Publicado em 27/04/2018, às 11h35 - Atualizado às 11h58

Foto: Arquivo.
Foto: Arquivo. - Foto: Arquivo.

A família de um paciente do setor de oncologia do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul – Rosa Pedrossian está vivendo momento de aflição por não saber quando as sessões de quimioterapia serão realizadas.

Segundo a professora Valdirene Rodrigues Siqueira de Andrade, irmã do paciente – um homem de 35 anos –  a sessão de quimioterapia estava marcada para a quinta-feira (26), mas, foi cancelada pela suposta falta de medicamentos no hospital.

“O hospital em si não negou o tratamento. Não temos o que reclamar do Hospital Regional, a oncologia é de excelência, mas, informaram que não tem a medicação e não tem nada o que fazer. Os médicos solicitaram o medicamento para outros hospitais, emprestado, mas não temos posição nenhuma”, diz a irmã.

Ainda segundo Valdirene, a cunhada já foi à ouvidoria do hospital para formalizar a reclamação, mas não há uma data para marcar a sessão, somente foi informado que quando houver o medicamento, o hospital entrará em contato.

“Ele foi diagnosticado com linfoma e quanto mais rápido tratar, maiores as chances de cura. Ficamos muito preocupados. Informaram que a medicação é fornecida pelo governo [Federal] e que tem que esperar os protocolos, mas como os pacientes vão aguardar protocolo?”, questiona a irmã sobre a demora.

De acordo com sites especializados em saúde, linfomas são um grupo de cânceres das células do sistema imunológico. O linfoma ocorre quando uma célula normal do sistema linfático se transforma, cresce sem parar e se dissemina pelo organismo.

O Jornal Midiamax procurou o Hospital Regional Rosa Pedrossian e aguarda posicionamento, que deve ser encaminhado no começo da tarde.

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