Cotidiano

Ceasa tem 90% da capacidade restabelecida e preços normalizam na terça

De acordo com o gerente de abastecimento da unidade, Cristiano Chaves, os preços já apresentam queda e devem se normalizar por volta da terça-feira (5).

Guilherme Cavalcante Publicado em 01/06/2018, às 15h40 - Atualizado em 02/06/2018, às 11h57

(Foto: Arquivo Midiamax)
(Foto: Arquivo Midiamax) - (Foto: Arquivo Midiamax)

A Ceasa (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande já está com 90% da capacidade restabelecida e boa parte dos alimentos que faltaram durante os dez dias de greve dos caminhoneiros está disponível em estoque. De acordo com o gerente de abastecimento da unidade, Cristiano Chaves, os preços já apresentam queda e devem se normalizar por volta da terça-feira (5).

“Nosso abastecimento está quase na normalidade e os preços já começaram a baixar. Neste fim de semana, vamos receber mais caminhões e temos a expectativa de que até a terça-feira os preços voltem a se assemelhar com o praticado antes da greve”, destaca o gerente.

Todavia, produtos que enfrentaram alta de até 100% nos últimos dias já apresentam queda significativa, como a batata, que chegou a custar até R$ 300 a saca de 50 kg. Após o reabastecimento, o produto já é encontrado a R$ 160 e R$ 170, a saca, uma queda de aproximadamente 40%. O tomate, cuja produção mais significativa vem do Estado de São Paulo, é encontrardo a cerca de R$ 80, a caixa de 25kg. A varidade produzida no Estado sai mais em conta, entre R$ 55 e R$ 60.

A laranja, que também é produzida fora, tem preços a partir de R$ 35 e até R$ 40, a saca de 20kg. A cebola, que apresentou queda após uma grande entrega que furou bloqueios na última semana, manteve discreta queda e a saca já sai entre R$ 50 e R$ 55.

“Os caminhões estão chegando normalmente e os compradores do interior também estão conseguindo chegar. A movimentação nesta sext-feira foi razoável para o feriadão, tanto é que fizemos um horário diferenciado e atendemos até meio dia”, afirma Chaves, que explica que o horário normal de atendimento não costuma passar das 8h30 da manhã.

“Estendemos o horário para recuperar o prejuízo e o tempo perdido”, conclui.

Jornal Midiamax