Cotidiano

Aumenta para 48 casos confirmados de H3N2 no Estado

Doença matou bebê de um ano

Midiamax Publicado em 08/06/2017, às 13h59

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Doença matou bebê de um ano

Boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (8) pela pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), mostra que aumentou para 48 o número de casos confirmados de H2N3 em Mato Grosso do Sul, desde o início do ano.

Até o penúltimo boletim eram 38 resultados positivos de H2N3, dois de influenza A não subtipado e quatro de influenza B. O último registro revela 353 notificações de Síndrome Respiratória Aguda, no entanto, não há nehum caso de H1N1.

Mortes por gripe –Aumenta para 48 casos confirmados de H3N2 no Estado

Segundo a SES, duas mortes por gripe foram registrados desde janeiro a maio de 2017. As vítimas são uma bebê de 1 ano, diagnosticada com H2N3 e a mulher, de 40 anos, com influenza A não subtipado.

As vítimas começaram a apresentar os sintomas no dia 26 de abril e morreram quatro dias depois, em 30 de abril. A segunda morte só foi divulgada no último boletim epidemiológico publicado pela SES no dia 6 de maio. 

Vacinação –

Na sexta-feira (2) o Ministério da Saúde autorizou a distribuição das doses para população geral. A vacinas foram liberadas na segunda-feira (5), quatro dias antes do fim da campanha que termina nesta sexta-feira (9).

Para receber a dose é necessário apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal e identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).

No início da campanha as vacinas eram aplicadas apenas em pessoas do grupo de risco estabelecido pelo Ministério da Saúde: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de cinco anos, as gestantes, as puérperas, os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade, os funcionários do sistema prisional e professores (público ou privado) do ensino básico, médio e superior.

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