Cotidiano

VÍDEO: Neymar e cia estreiam, mas nas ruas só dá caçador de Pokémon

Só os mais velhos assistiam ao futebol nesta tarde

Midiamax Publicado em 04/08/2016, às 19h56

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Só os mais velhos assistiam ao futebol nesta tarde

Mal foi oficialmente disponibilizado no Brasil, na tarde da última quarta-feira (03) e o jogo Pokémon Go já virou febre, inclusive em Campo Grande. Em menos de 24h de seu lançamento, o jogo roubou olhares até da seleção brasileira de futebol, que estreava a primeira partida das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Isso mesmo: enquanto a bola corria no campo, as pessoas corriam atrás dos monstrinhos com o celular na mão.

A equipe de reportagem esteve na Praça Ary Coelho e constatou que havia dezenas de jogadores caçando Pokémon e usufruindo dos diversos pontos de interação do jogo disponíveis na praça. No caso, a Praça Ary Coelho é um dos locais onde a jogabilidade é mais interessante, conforme levantamento do Jornal Midiamax.

Lá, são cerca de sete pontos interativos, onde o jogador consegue coletar bolas, itens especiais e até ovos. “É divertido vir para cá, é um motivo de se divertir e conhecer gente nova”, diz o estudante Lucas Rivarola, de 21 anos. 

Em volta do chafariz da praça, na tarde de hoje, eram vários 'caçadores'. Os estudantes Raphael Alves, 20, e Yohan Resende, 21, aproveitaram o dia de folga da faculdade para ir a 'caça'. “O jogo começou ontem, a gente baixou e já saiu pra rua. Nos juntamos, fomos no Parque das Nações e agora na praça. São locais que tem mais Pokémon”, afirma Yohan.

“A gente assistia o desenho quando era menor, por isso, a diversão hoje. É uma novidade e está todo mundo caçando”, diz Raphael.

Poucos assistiam seleção nesta tarde (Cleber Gellio)

Nas vitrines das lojas que vendem televisores, que normalmente em época de Copa do Mundo lotam de telespectadores, foi difícil encontrar algum 'amante' das Olimpíadas. “Sei que é a estreia da seleção nas Olimpíadas, mas eu assisto jogo porque gosto mesmo, assistiria qualquer time”, explica o aposentado Bruno Magalhães, de 62 anos.

Adair também aproveitou para dar uma 'paradinha' em frente a um televisor em uma loja de eletrodomésticos do centro da Capital. “Eu adoro futebol. A seleção brasileira não anda muito bom, mas a gente olha”, diz ele.  

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Jornal Midiamax