Cotidiano

Presidente da ACP diz que servidores se unirão em paralisação no dia 20

Objetivo é apoiar professores “agredidos” na Câmara

Midiamax Publicado em 07/08/2015, às 13h36

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Objetivo é apoiar professores “agredidos” na Câmara

O presidente da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), Geraldo Gonçalves, anunciou na manhã desta sexta-feira (7), que os servidores federais, estaduais e municipais vão se reunir em uma manifestação prevista para o próximo dia 20 em apoio aos professores agredidos na última terça-feira (4), na Câmara Municipal.

Segundo o presidente da ACP, até o momento não há definição a respeito do local de concentração dos servidores. “A categoria se sentiu sensibilizada e agredida por conta do episódio na Câmara de Vereadores. Ainda vamos decidir o local, mas vamos fazer uma grande paralisação”, declara.

Nesta manhã, o presidente da ACP e demais representantes dos professores se reúnem na Prefeitura com o secretário-adjunto da Seplanfic (Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle), Ivan Jorge e os chefes da Segov (Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais), Paulo Matos e Marcelo Monteiro Salomão da Semed (Secretaria Municipal de Educação).

Conforme a informação, o objetivo da reunião é conversar sobre o reajuste da categoria. “Vamos tratar de qual forma a lei será cumprida e esperamos a entrega de documento formalizando o cumprimento da lei”, explica.

Na última quarta-feira (5), a categoria se reuniu com a primeira vez com o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP). Na ocasião o chefe do Executivo municipal propôs que os professores retornassem às atividades e que se reunissem no dia 1º de setembro para definir o reajuste. A proposta foi recusada depois de assembleia na ACP.

De acordo com a ACP atualmente existem 51 escolas funcionando de forma parcial e outras 38 normais.  A paralisação dos professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) já chega a 75 dias ininterruptos, o que representa 60 dias letivos. A categoria, que pede reajuste de 13,01% ressalta que fará a reposição das aulas. 

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