Cotidiano

Com tarifa cara, passageiros usam banheiro na escuridão em terminal

Escuridão é o que o usuário encontra nos banheiros

Diego Alves Publicado em 22/05/2015, às 22h33

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Escuridão é o que o usuário encontra nos banheiros

Além do preço alta da passagem, usuários do transporte coletivo reclamam das condições de banheiros e bebedouros de terminais de transbordo de Campo Grande. Leitores entraram em contato com o Midiamax, relatando a situação do terminal Júlio de Castilho.

Escuridão é o que o usuário encontra nos banheiros do local. Foi possível aparecer o banheiro do terminal na foto, por conta da iluminação da câmera utilizada e, assim é possível ver o mesmo que de dia, que são as paredes e portas tomadas pelas pichações.

 “Está ruim, a passagem do ônibus já é muita cara, o 073 por exemplo é lotado, tem que colocar mais ônibus. Ai você chega no terminal, muitas vezes é complicado até de usar o banheiro”, diz a vendedora Zilda de Souza de 57 anos.

“Uso seis ônibus por dia, a pior linha é a do Júlio de Castilho, e no terminal às vezes não tem água e o banheiro muitas vezes não dá para utilizar”, conta a governanta Isabel Dias de 42 anos.

“Precisa ter mais atenção por parte das autoridades. Passagem cara e sem condições de uso muitas vezes. Infelizmente nós não temos o serviço pelo qual pagamos. Falta de ônibus, estrutura, situação crítica”, argumenta o auxiliar de reposição Matheus Centurion de 20 anos.

Segundo o Departamento Operacional da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), cerca de 280 mil passageiros passam pelos terminais de ônibus da Capital em dias úteis. Apesar das mudanças, o local ainda carrega as marcas das pichações, realizadas em forma de protesto pelo abandono.

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