Cotidiano

12 horas após temporal, ainda tem casas destelhadas e árvores caídas

Ventos de até 110 km/h deixaram casas sem energia

Midiamax Publicado em 20/11/2015, às 21h00

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Ventos de até 110 km/h deixaram casas sem energia

Doze horas depois do temporal que aconteceu na madruga desta sexta-feira (20) em Campo Grande, ainda há casas destelhadas, sem energia e árvores caídas nas ruas. Segundo informações parciais da Defesa Civil Municipal, o temporal derrubou mais de sessenta árvores e destelhou onze casas. Os ventos registraram velocidade de 60 a 110 km/h.

Casas no São Conrado, na Maria Aparecida Pedrossian e na Moreninha estão sem energia até agora. Segundo a Energisa, mais de sessenta equipes foram acionadas desde cedo para restabelecer o fornecimento de energia.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Walmir Barbosa Lima, informou que desde cedo mais de cem homens estão trabalhando para amenizar os estragos do temporal. “Estamos fazendo levantamento para solucionar as ocorrências e encaminhado para a Seinthra, Semadur, Corpo de Bombeiros e Energisa. A Guarda Municipal está cuidando do trânsito”.

Walmir informou que só no fim desta tarde duas vias ficaram obstruídas por conta de queda de árvore, na Ricardo Brandão e na Cuiabá. As duas ruas já foram desobstruídas. Também foram registradas quedas e danificações de semáforos. Não houve inundações e enchentes, apenas pontos de alagamento.

Susto

Um pé de manga caiu em cima da telha e deu um susto em moradores de residência na Rua Maracatins, no Jardim Tijuca. O carro de Rubens Alves, de 55 anos, operador de máquina, estava embaixo da árvore, mas não foi atingido.

“Graças a Deus foi só o susto. Caiu durante o temporal. Acordamos assustados, parecia que ia cair tudo”, conta. A esposa de Rubens diz ter ficado horrorizada com o barulho que a acordou. “Foi muito ruim. Ainda bem que não aconteceu nada demais”.

O casal só acionou o Corpo de Bombeiros à tarde. Três militares foram ao local com uma viatura ABR-26 e fizeram a remoção dos galhos que estavam em situação de perigo. Os bombeiros ainda vão terminar de retirar as duas laterais e o miolo da mangueira.

Jornal Midiamax