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Brasil

Sem energia há quatro dias, moradores da região sul de São Paulo fecham estrada em protesto

Mais de 200 mil clientes continuam sem energia; Enel não tem previsão de quando o abastecimento voltará ao normal
Carol Leite -
(Reprodução, Facebook)

Moradores do bairro Marsilac, em (SP), fecharam nesta terça-feira (15) a de Engenheiro Marsilac, com pneus e entulhos, para protestar contra a falta de luz na região. De acordo com o UOL, o fornecimento de água também foi afetado. Localizada a 53 km do Centro da Capital, o bairro já está há quatro dias sem energia.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, a moradora Cristiele Monteiro afirma que ninguém foi ajudá-los, e que a prioridade da empresa responsável pelo abastecimento de energia, Enel, é o centro de São Paulo.

“A gente é bicho? Ninguém faz nada. A gente tem que ficar com os nossos filhos sem tomar banho, sem fazer uma comida. Chega do serviço cansado, quer tomar um banho para relaxar, não tem nada. A gente vive aqui, a gente paga taxa de luz. Temos o de reclamar. Só falam para a gente esperar, esperar até quando?”, disse a moradora.

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Enel não tem previsão para volta da energia

Em boletim atualizado na tarde desta terça-feira, a Enel informou que mais de 200 mil clientes continuam sem energia em São Paulo. A empresa não tem previsão de horário para que o abastecimento de luz na região volte à normalidade. Darcio Dias, diretor de operações da Enel, afirmou nesta segunda-feira (14), que 17 linhas de transmissão foram afetadas e que “não era uma operação simples”.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que técnicos de outras companhias estão ajudando na operação. O ministro confirmou que mais de 400 profissionais estão indo à São Paulo para auxiliar no restabelecimento da luz. Silveira deu o prazo de até quinta-feira (17) para que os problemas de maior volume sejam sanados.

Os ventos que atingiram São Paulo na última sexta-feira (11) foram os mais fortes desde 1995. Segundo informações do UOL, sete pessoas morreram na Grande São Paulo. A Defesa Civil registrou que ultrapassaram 107 km/h. As regiões oeste e sul da cidade, como Carapicuíba, Taboão da Serra, Cotia, Osasco e Barueri foram as mais atingidas.

(Sob supervisão de Guilherme Cavalcante)

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