Brasil

Rogério Caboclo é afastado por 1 ano da CBF pela Justiça do Trabalho por suspeita de assédio sexual

Juíza afirma que liminar visa a proteger funcionários que acusam dirigente de assédio e fixa multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento da decisão

Lucas Mamédio Publicado em 06/09/2021, às 22h55

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(Foto: Reprodução)

E uma decisão juíza Aline Maria Leporaci Lopes, do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, afastou nesta segunda-feira (6) Rogério Caboclo da CBF por um ano. Na decisão, a magistrada aceitou o pedido do Ministério Público do Trabalho e impediu o ingresso e a permanência do ex-presidente na entidade até setembro de 2022.

Na decisão liminar, o TRT do Rio determinou uma multa de R$ 500 mil por dia caso a CBF ou Caboclo desobedeça a decisão. Desde junho, quando foi acusado por assédio sexual e assédio moral por uma funcionária da entidade, o dirigente, que nega as acusações, está fora da CBF por decisão da Comissão de Ética.

Jornal Midiamax