Brasil

Corinthians se aproxima de acordo para ter universidade dentro da arena

Com inauguração já no ano que vem

Diego Alves Publicado em 05/07/2017, às 01h37

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Com inauguração já no ano que vem

O antigo sonho do Corinthians de garantir fluxo de pessoas dentro de sua arena mesmo fora dos dias de jogos está mais próximo de virar realidade. É que Timão e Universidade Brasil, que já estampa sua marca nos ombros da camisa, discutem a criação de um campus dentro do estádio alvinegro, com inauguração já no ano que vem.Corinthians se aproxima de acordo para ter universidade dentro da arena

A possibilidade empolga o presidente Roberto Andrade e o departamento financeiro. Com o acordo, o Timão garantiria um bom dinheiro com o aluguel da arena e poderia desenvolver uma série de comércios, gerando mais receita e empregos.

“Existe bastante espaço para as salas de aula, como os dois centros de convenção nas laterais do sexto andar do prédio oeste”, ressalta um dirigente corintiano. “Há também a área vip do quarto andar que nunca ficou pronta”, acrescenta.

A Universidade Brasil, do grupo Uniesp, paga um valor mensal ao Timão pela publicidade na camisa e pode bancar um bônus de acordo com performance. A empresa, cujo dono é palmeirense, entrou recentemente no mundo do futebol e também patrocina a seleção brasileira e o Flamengo.

A criação de uma universidade dentro da arena poderia enfim fazer com que a casa alvinegra se tornasse viável no aspecto financeiro. Em junho, o Blog mostrou que o Timão conseguiu seu maior faturamento no ano com o estádio depois de colocar R$ 4,6 milhões no caixa do fundo que administra a arena graças à bilheteria – são necessários R$ 5,7 milhões para a prestação mensal do financiamento.

A parceria da Universidade Brasil com o Corinthians, que começou em maio, pode inclusive ser ampliada independentemente da criação do campus. A universidade pensa em estampar sua marca no peito e nas costas da camisa de um time grande do Brasil a partir de 2018 – tal espaço está vago no Timão.

O patrocínio máster com a Caixa terminou há quase dois meses e rendia R$ 2,5 milhões mensais aos corintianos.  O banco estatal desejava um novo vínculo somente até dezembro, mas o Corinthians exigia mais um ano. Diante do desacerto, Roberto Andrade e o marketing trabalham em caráter de urgência por um novo patrocínio.

Jornal Midiamax