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Maioria quer que combate à corrupção seja prioridade na Justiça, aponta pesquisa

Levantamento foi feito pelo Conselho de Justiça Federal

Norberto Liberator Publicado em 14/09/2016, às 15h14

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Levantamento foi feito pelo Conselho de Justiça Federal

A pesquisa Governança Participativa, realizada pelo CJF (Conselho da Justiça Federal) com 13,7 mil advogados, servidores e magistrados, apurou que a maioria deles quer que os benefícios previdenciários e julgamentos de crimes contra a Administração sejam a prioridade da Justiça Federal em 2017.

Os crimes contra a Administração incluem corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. A pesquisa foi feita no período que vai de 15 de agosto a 2 de setembro, nas 27 unidades federativas do País.

O levantamento tinha como objetivo entender a opinião dos cidadãos e profissionais do Direito sobre os temas que devem ser tomados como metas e prioridades no ano que vem.

Ele serve para reforçar o que já está estabelecido, além de mostrar quais são os temas a ser priorizados.

Os entrevistados responderam por meio de questionário eletrônico, que esteve disponível em portais e redes sociais de órgãos como o CJF, os TRFs (Tribunais Regionais Federais), as seções judiciárias, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e outros.

Na seção das metas para 2017, os participantes da pesquisa tiveram de escolher cinco temas a ser tratados como prioritários, entre 11 indicados. Também era possível sugerir novas propostas de tema. Dos entrevistados, 82% acham que a prioridade maior deve ser o combate à corrupção.

O segundo tema foi a concessão de benefícios previdenciários, com 75%, e a terceira prioridade diz respeito a tráfico de pessoas, exploração sexual e trabalho análogo à escravidão (57%). Além disso, 49% das pessoas pretendem que haja meta para soluções alternativas de conflito.

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