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Alber Elbaz devolveu o brilho à marca de alta costura mais antiga da França

Maria Antonia Naegele Publicado em 26/04/2021, às 10h51

Alber Elbaz
Alber Elbaz - Foto: Reprodução

Era uma vez uma tradicional maison francesa, a mais antiga do mundo, que andava sumida. Até que a controladora dessa maison encontrou um estilista genial que gostava de deixar as mulheres bonitas. Ele 

encontrou uma linguagem bem característica. Vestidos monocromáticos (ou com poucas cores), Silhuetas fluidas, assimetrias. As roupas dele deixavam sempre as mulheres lindas. Muito, muito elegantes. Ele era tão mágico que até a combinação Kim Kardashian + tomara que caia com ele funcionava. E é claro que claro que ele logo caiu no gosto das celebridades.
Virou figurinha carimbada em todas as premiações. Deixou ainda mais lindas todas as mulheres mais lindas do planeta. Mesmo nos momentos em que não é fácil ficar linda. 

Ele fez a gente suspirar. Amar as referências anos 20. Ver os clássicos com outros olhos. E desejar todo aquele glamour.
soube como ninguém trazer os 20s para o novo século. Serviu de inspiração pra muita coisa que a gente vê por aí. Sempre buscando a beleza e a elegância.  O nome dele era Alber Elbaz.

A maison era a Lanvin, que Alber Elbaz resgatou do limbo e colocou no mapa da moda.

Jornal Midiamax