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Estado cria programa para monitoramento de Aedes Aegypti

Plano envolve ONGs, entidades públicas e privadas

Norberto Liberator Publicado em 05/04/2016, às 11h38

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Plano envolve ONGs, entidades públicas e privadas

A Secretaria de Estado de Saúde anunciou nesta terça-feira (05), no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul, a criação do projeto Colaborador Voluntário, que propõe ações para o controle do vetor transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika. O objetivo é promover o controle e o monitoramento do ambiente e entorno dos bairros, por meio de parceria entre entidades públicas e privadas, ONGs e demais instituições da sociedade civil, praticando ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

As instituições que se integrarem ao projeto assumem o papel de colaboradoras e transformadoras das respectivas comunidades em que estejam instaladas. O projeto estabelece ainda a criação de ações educativas e práticas de combate ao Aedes, além de promover a cultura da vida saudável e a salubridade das instalações das instituições envolvidas.

Os envolvidos no programa serão designados pelas chefias das entidades como um parceiro responsável, direto e permanente, no combate ao mosquito vetor. A proposta determina que o ‘Colaborador Voluntário deve ser profissional lotado na instituição, ter fácil acesso ao gestor responsável pela unidade, conhecer as instalações locais e os fluxos dos contratos de limpeza e de manutenção firmados entre a unidade e as prestadoras, ser acessível aos demais servidores da unidade, pró-ativo, designado e reconhecido pela administração da instituição’.

A publicação define que caberá ao voluntário realizar semanalmente a vistoria (inspeção) para descobrimento de focos, depósitos e/ ou locais que possam servir de criadouros, acompanhar o controle mecânico, removendo, eliminando ou vedando depósitos, recipientes ou locais passíveis de acúmulo de água, solicitar ao agente de endemias da região responsável, quando necessário, o tratamento focal e perifocal no estabelecimento, orientar os funcionários e visitantes com relação aos meios de evitar a proliferação dos vetores, repassar ao agente de endemias responsável os problemas de maior grau de complexidade, registrar as informações das atividades executadas na instituição no formulário próprio, bem como as informações no Sistema de endemias e manter os dados atualizados junto a Sala de Situação.

Também compete informar a Sala de Situação da SES a existência de focos, sua eliminação ou dificuldades para solucioná-las, sobre as ações desenvolvidas na instituição relacionadas ao projeto e, por fim, promover ações educativas no local de trabalho, envolvendo funcionários, clientes, prestadores de serviços e comunidade geral na continuidade de ações de combate ao vetor.

(Sob supervisão de Ludyney Moura)

Jornal Midiamax