Variedades

Mandetta volta a dizer que não quer aliança com PSDB de Reinaldo em 2018

Deputado alega que gestão tucana não cumpriu acordos

Ludyney Moura Publicado em 15/12/2017, às 13h45

None

Deputado alega que gestão tucana não cumpriu acordos

O presidente estadual do DEM, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, voltou a dizer, durante agenda pública na manhã desta sexta-feira (15) em Campo Grande, que é contra uma nova aliança com o PSDB nas eleições de 2018.

“Não posso tomar decisão monocrática, mas por mim não acompanha mais o atual governo”, disparou Mandetta.

O deputado argumentou que o DEM foi o primeiro partido a apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja em 2014, e que para isso foi apresentado uma série de projetos que o tucano se comprometeu a cumprir.

De acordo com Mandetta, mesmo sem uma análise mais profunda sobre os acordos, já é possível afirmar que a maioria não foi cumprida. Todavia, uma reunião da Executiva Estadual do partido em fevereiro de 2018 definirá os rumos da legenda para a campanha.

Uma das alternativas do DEM é disputar o governo do Estado, e apesar de ser apontado como potencial candidato, o deputado federal afirmou que o partido deve receber, nos próximos meses, novos filiados para disputa das eleições, alguns no exercício do mandato.

Filiada

Uma das possibilidades é a filiação da deputada federal Tereza Cristina, que está sem partido desde que deixou o PSB, e que segundo Mandetta ainda não respondeu o convite para ingressar nas fileiras democratas.

O parlamentar acredita que atuação de Tereza na bancada ruralista poderia ser facilitada no DEM, já que o partido teria mais identidade com a questão.

Ministro

O presidente do DEM em MS também comentou sobre a nomeação do colega Carlos Marun (PMDB) como novo ministro da Secretaria de Governo da Presidência da Repúbilca. Para o democrata, apesar da carreira curta no Congresso, a atuação do peemedebista foi ‘bastante intensa’.

Mandetta também acredita que a nomeação de Marun pode beneficiar o Estado, facilitando e agilizando tratativas coma União. “É difícil explicar dificuldades de Mato Grosso do Sul para um ministro, por exemplo, que é da Bahia”, finalizou. 

Jornal Midiamax